segunda-feira, 4 de julho de 2011

as escolas e as escalas

 


 


Os mega-agrupamentos continuam na ordem do dia e a discussão não sai, naturalmente, da redução da despesa. Dá ideia que apenas a conjugação do verbo agrupar sobreviveu ao pedido de férias da sensatez. Há outras formas de cortar na despesa - através do sentido lato de software e não apenas de hardware na gestão administrativa do sistema escolar, por exemplo - sem ser necessário amontoar escolas e provocar escalas de gestão impossíveis de humanizar. A desumanização é, ou devia ser, uma despesa intolerável.


Quando o descontrole se institucionaliza, os decisores trocam de cadeiras. Criam problemas de gestão sem se ler uma linha sobre o modo de organizar a partir de dentro; afinal, o fundamental para todas as variáveis em análise. Os que propõem a coisa parece nada saberem sobre a operacionalização do assunto. E há muito para dizer, porque não se pode aumentar a escala, e a dispersão dos edifícios, sem alterar o modelo organizacional.

2 comentários:

  1. "....não se pode aumentar a escala, e a dispersão dos edifícios, sem alterar o modelo organizacional." Mas ninguém vê isso? Era imprescindível!

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  2. Ver se calhar até vêem Isabel. O pior é o resto.

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