sexta-feira, 1 de julho de 2011

editorial

 


 


 



 


(A intemporalidade das reedições;


1ª edição em 1 de Setembro de 2010).


 


Por mail ou de um modo mais real, alguns leitores da blogosfera docente sugerem uma clarificação ideológica e até de política partidária. Ou seja, gostavam que os bloggers afirmassem ao que vêm nesse domínio; um registo de interesses.


 


Tenho ideia que nesta altura já se conhece o que cada um pensa. No que ao correntes diz respeito, as coisas parecem-me claras. A exemplo dos restantes, por aqui coloca-se mesmo em primeiro lugar a defesa da liberdade e da democracia. Há um registo independente no sentido literal do termo: a fuga às dependências. Não há militância partidária nem nunca houve. Mas não se associa a independência à não militância. Há muito não militante dependente e por aí fora.


 


Nunca votei nos partidos da direita e estou convencido que não o farei.


 


Não há uma relação transcendente com o poder e muito menos um sentimento maniqueísta com o exercício de cargos: não se considera mais ético o não exercício. Desempenhei cargos e nem sei se o voltarei a fazer. A primeira condição é o convencimento da minha utilidade e a sentença da minha vontade.

14 comentários:


  1. Claro, preciso e conciso. Agradece-se a coragem.

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  2. Igual a ti próprio... como sempre te conheci... um privilégio enorme... adicionado ao prazer imensurável de te ter tido como colega de trabalho durante uns bons e enriquecedores anos...
    O AMIGO... esse... será para sempre.
    Bem hajas Paulo... continua igual.

    Abração para vós.

    Agostinho

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  3. paulo guilherme trilho prudêncio2 de setembro de 2010 às 12:18

    Viva meu caro amigo.

    Obrigado.

    Aquele abraço aos dois.

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  4. paulo guilherme trilho prudêncio2 de setembro de 2010 às 12:19

    Viva JNunes.

    Agradeço as palavras.


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  5. Olá,
    Pois, há muitas curiosidades.
    Nada interesseiras.
    Se eu revelasse o meu sentido de voto em 2005 e 2009, após muitos anos de abstenção, alguns queixos caíam no chão e alguns "curiosos" teriam um colapso.

    Prefiro fazer assim: o Tempo demonstrará se aquilo que sempre escrevi sobre "ambições" foi Verdade ou não.

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  6. paulo guilherme trilho prudêncio4 de setembro de 2010 às 23:02

    Viva Paulo.

    Isso; curiosidades: umas mais interesseiras do que outras
    Suspeito desse teu sentido de voto, desculpa o atrevimento

    É: o tal de Tempo é terrível.

    Aquele abraço e força aí.

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  7. Os vermes nunca entenderão a postura de quem tem uma coluna vertebral.
    Parabéns Paulo.

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  8. Esta postura, de quem tem coluna vertebral e não é uma minhoca, incomoda gente que se farta.
    Subscrevo o sentido do teu texto e digo-te que outra coisa não esperava de ti.
    Esta mania de catalogarem as pessoas... grrrrrr ... é mesmo de invertebrados.
    Abraço solidário

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  9. paulo guilherme trilho prudêncio5 de setembro de 2010 às 12:31

    Obrigado Anabela.

    Abraço tb para ti.

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  10. Viva Paulo,
    Independência, militância, apartidarismo, são opções individuais que responsabilizam quem as toma perante si e perante a comunidade.
    Nenhuma delas deve conferir direitos especiais a quem quer que seja.
    Infelizmente, o facto de figuras proeminentes dos partidos do arco-governativo se terem vindo a aboletar com bens que são de todos, fez cair sobre a militância um labéu que é injusto para muitos e, em especial, para os que noutros partidos se batem pela defesa do colectivo em sobreposição ao individual.
    Se alguma coisa por vezes me incomoda no discurso blogosférico é a incapacidade de deixar clara essa distinção.
    Quanto ao resto... vivo de consciência tranquila com a minha própria opção. Duvido que toda a gente possa dizer e pensar o mesmo.
    Abraço

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  11. Viva Francisco.

    Por acaso este reedição não tem qualquer relação com as questões que temos conversado.

    Obrigado pelas tuas palavras.

    Abraço.

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