Vejo indignação pelo facto de Obama ter dito que o seu país não é a Grécia nem Portugal. Na primeira ida de Pedro Passos Coelho a Bruxelas, a mensagem portuguesa foi clara: não somos a Grécia. Não gostei; menos ainda do aplauso nacional. E depois já se sabe: quem abre hostilidades não pode esperar amabilidades em troca; menos ainda na diplomacia internacional.
Preocupa-me cada vez mais a situação norte-americana e sua guerra interna. Dá ideia que poderemos ter um default ocidental a curto prazo; seria uma tragédia, sem dúvida.
bem visto
ResponderEliminarNão percebo porque barafustam. Obama tem razão. No assunto que tinha entre mãos, os EUA não se podem comparar a Portugal. As agências de rating não podem fazer com eles o mesmo jogo que fazem com Portugal e com a Grécia.
ResponderEliminarO problema da dívida americana é apenas uma autorização de endividamento ao governo.
De resto, uma grande parte da dívida é interna, americana, o que não é o nosso caso.