A lenda de Sísifo foi de tal modo apreendida pelo sistema escolar português que se tornou no seu modismo preferido. A nossa organização escolar parece viver em permanente desorientação. Nada perdura. O que acaba começará mais à frente com uma denominação diferente. O back do basics, a interdisciplinaridade, a área-escola, a formação integral e por aí fora são exemplos do que afirmei.
Quando a falta de dinheiro é uma evidência e os desvarios financeiro e organizacional são as causas, instala-se um ruído ensurdecedor. As evidentes contradições entre a DGRHE e quem governa explicam uma boa parte do problema português.
lol!!! OBRIGADA!!!
ResponderEliminarPaulo, não se trata de qualquer "contradição mas tão só de uma questão de exercício do poder organizacional.
ResponderEliminarAo contrário do que era o entendimento generalizado, hoje não são os escalões mais elevados da hierarquia quem detém o poder se os escalões subordinados não o quiserem reconhecer e outorgar.
Não sei como aguentamos, carago.
ResponderEliminarSou um classicista maníaco. Deixa-me só pedir uma correção: o mito de Sísifo.
ResponderEliminarOra Sísifo não faz nada diferente. É sempre a mesma coisa, tem a intenção de levar a pedra até ao cimo da montanha e atirá-la pela encosta abaixo, do outro lado. Já perto do cume, faltam-lhe as forças e a pedra volta à base. Uma eternidade nisto!
Será que voltamos ao mesmo de sempre, mas com palavras diferentes a dizer a mesma treta que pouco mais é do que nada?
Percebo-te. O sistema escolar quereria mesmo fazer rolar a pedra para o outro lado
ResponderEliminar