sexta-feira, 15 de julho de 2011

o tal rei de corinto

 



 


 


 


A lenda de Sísifo foi de tal modo apreendida pelo sistema escolar português que se tornou no seu modismo preferido. A nossa organização escolar parece viver em permanente desorientação. Nada perdura. O que acaba começará mais à frente com uma denominação diferente. O back do basics, a interdisciplinaridade, a área-escola, a formação integral e por aí fora são exemplos do que afirmei.


 


Quando a falta de dinheiro é uma evidência e os desvarios financeiro e organizacional são as causas, instala-se um ruído ensurdecedor. As evidentes contradições entre a DGRHE e quem governa explicam uma boa parte do problema português.

5 comentários:

  1. lol!!! OBRIGADA!!!

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  2. Paulo, não se trata de qualquer "contradição mas tão só de uma questão de exercício do poder organizacional.
    Ao contrário do que era o entendimento generalizado, hoje não são os escalões mais elevados da hierarquia quem detém o poder se os escalões subordinados não o quiserem reconhecer e outorgar.

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  3. Fausto Viegas (Norte)15 de julho de 2011 às 18:21

    Não sei como aguentamos, carago.

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  4. Sou um classicista maníaco. Deixa-me só pedir uma correção: o mito de Sísifo.
    Ora Sísifo não faz nada diferente. É sempre a mesma coisa, tem a intenção de levar a pedra até ao cimo da montanha e atirá-la pela encosta abaixo, do outro lado. Já perto do cume, faltam-lhe as forças e a pedra volta à base. Uma eternidade nisto!
    Será que voltamos ao mesmo de sempre, mas com palavras diferentes a dizer a mesma treta que pouco mais é do que nada?

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  5. Paulo G. Trilho Prudencio18 de julho de 2011 às 11:29

    Percebo-te. O sistema escolar quereria mesmo fazer rolar a pedra para o outro lado

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