Só agora reparei neste comentário que não tem relação com o post onde entrou, mas que aborda a questão do BPN. Há quem saiba, decerto que há, o que se passou nesse banco e no BPP, e também no BCP, e que são as causas maiores da nossa bancarrota. Por mais cortes que se façam, por mais impostos que se subam, as crateras de financiamento criadas nessas instituições devem ser de tal ordem que não passamos do pagamento dos juros cobrados sobre os juros dos empréstimos e com zero de amortização.
A ideia que fica é que há um envolvimento que compromete as chefias do estado e o respectivo poder político. É redutor falar em teoria da conspiração; esse argumento gastou-se com tanta evidência. Até quando é que se pode manter esta situação é a pergunta a que ninguém quer, ou sabe, responder. Entretanto, as fugas de informação parecem surgir ao ritmo de um jogo em que agora ameaças tu e a seguir ameaço eu.
Olha que azar,realmente....
ResponderEliminarFMI: banca europeia pode colapsar em 3 semanas
ResponderEliminarAssessor do Fundo Monetário Internacional pede resposta urgente à crise da dívida soberana da Zona.
A banca europeia precisa de dinheiro urgentemente ou entrará em colapso em menos de um mês. O aviso é do assessor do Fundo Monetário Internacional (FMI) Robert Shapiro que, em entrevista à BBC, pede uma resolução rápida da crise da Zona Euro, uma vez que o FMI não tolerará um novo Lehman Brothers - banco norte-americano que ruiu em 2008.
«Se não conseguirem resolver a crise, de uma maneira credível, em duas ou três semanas, creio que vamos ter uma crise da dívida soberana que vai terminar com o colapso do sistema bancário europeu».
Segundo a AFP, os líderes europeus querem apresentar uma estratégia comum para a recapitalização dos bancos no próximo Conselho Europeu, para evitar o contágio da crise da dívida, mas vão ter de superar divergências sobre o caminho a seguir.
«A Grécia não é o principal problema, o grande problema são os bancos», adiantou uma fonte diplomática à AFP que confirmou o objectivo de chegar «a um consenso» sobre este tema no Conselho Europeu que decorrerá entre 17 e 18 de Outubro em Bruxelas.
Robert Shapiro admitiu ainda que a crise actual pode ser «pior do a vivida em 2008», já que se desconhece o impacto da dívida pública nos bancos, e