Contactei a primeira vez com a formulação em título nos conselhos, sensatos para aquele contexto, diga-se, para sobreviver nos comandos: não te distingas, sê discreto e passa o mais possível despercebido. Vem isto a propósito dos especialistas que aconselham a enésima reforma de sentido único do estado social e para a conversão à absolutização da estatística.
A sugestão para o tempo militar não subscreveu os modelos do tipo BPN ou BES. Nem as instâncias internacionais de supervisão detectaram milhares de milhões em fuga porque só tiveram olhos para a média; para o homem médio.
Para Quételet "(...)o homem médio é para a nação o que o centro gravidade é para um corpo(...)". Há quem entenda que se deve levar muito a sério esta metáfora. O homem médio pode resumir todas as forças vivas de um país, coligando-as numa espécie de massa única.
Os modelos assentes na obstinação estatística, e que socorreram a troika, advogam uma excelência da média como tal, seja na ordem do bem ou do belo: "(...)O mais belo dos rostos é aquele que se obtém ao tomar a média dos traços da totalidade de uma população, do mesmo modo que a conduta mais sábia é aquela que melhor se aproxima do conjunto de comportamentos do homem médio(...)", disse ainda Quételet quando reflectia sobre a génese dos totalitarismos. Ou seja, é fundamental que as políticas olhem mesmo para além da média antes que esta se desloque para o extremo de mais baixos rendimentos.
Os meus textos e os meus vídeos
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024
Do homem médio (2)
terça-feira, 18 de dezembro de 2018
A burocracia mais de uma década depois

José Gil (2005:44) escreveu assim:
“(...)Em contrapartida, somos um país de burocratas em que o juridismo impera, em certas zonas da administração, de maneira obsessiva. Como se, para compensar a não-acção, se devesse registar a mínima palavra ou discurso em actas, relatórios, notas, pareceres – ao mesmo tempo que não se toma, em teoria, a mais ínfima decisão, sem a remeter para a alínea x do artigo y do decreto-lei nº tal do dia tal de tal mês do ano tal.(...)”
E mais à frente, Gil (2005:57), sublinha:
“(...)duplo regime que vigora em serviços de toda a ordem. Ora se tenta inscrever freneticamente tudo, absolutamente tudo em actas, para que nada se perca, ora reina a maior negligência nos arquivos que ninguém consulta nem consultará (espera-se).(...)”
Gil, J. (2005). Portugal, hoje. O medo de existir.
Lisboa: Relógio D´Água
(É um livro de 2005 e confirmamos, com muita
frequência, o duplo regime. Quem diria que este
retrato nos levaria a mais uma bancarrota e que
o regime burocrático se tem acelerado.)
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
homem médio

Contactei com a formulação em título nos conselhos, sensatos para aquele contexto, diga-se, para sobreviver nos comandos: não te distingas, sê discreto e passa o mais possível despercebido. Vem isto a propósito da necessidade de reforma do estado social e da conversão à absolutização da estatística.
A sugestão para o tempo militar não subscreveu os modelos do tipo BPN ou BES. Nem as instâncias internacionais de supervisão detectaram milhares de milhões em fuga porque só tiveram olhos para a média; para o homem médio.
Para Quételet "(...)o homem médio é para a nação o que o centro gravidade é para um corpo(...)". Há quem diga que se deve levar muito a sério esta metáfora. O homem médio pode resumir todas as forças vivas de um país, coligando-as numa espécie de massa única.
Os modelos assentes na obstinação estatística, e que socorreram a troika, advogam uma excelência da média como tal, seja na ordem do bem ou do belo: "(...)O mais belo dos rostos é aquele que se obtém ao tomar a média dos traços da totalidade de uma população, do mesmo modo que a conduta mais sábia é aquela que melhor se aproxima do conjunto de comportamentos do homem médio(...)", disse ainda Quételet quando reflectia sobre a génese dos totalitarismos. Ou seja, é fundamental que as políticas olhem para além da média antes que esta se desloque para o extremo de mais baixos rendimentos.
2ª edição.
terça-feira, 30 de maio de 2017
Da Geringonça e de Leonardo da Vinci
Por acaso, está patente na Alfândega do Porto a exposição "Leonardo da Vinci - As invenções do Génio". O homem do renascimento, que criou uma Geringonça (imagem), não imaginaria que um dos seus delírios náuticos transformasse turismo em petróleo e provocasse um crescimento económico que espanta esse mundo "rigoroso" que não suporta veleidades. É coisa de génio, realmente. Os austeros da escola de Schäuble têm razão e devem pensar na mala para o violão.
Por muito que custe aos avessos a qualquer curiosidade científica, há mérito português. É certo que o plano de Centeno escolhia a subida do consumo interno; não se verificou, apesar da reposição de salários e das condições interessantes que podem acontecer no futuro próximo. Mas é uma lição política para os que adivinhavam uma catástrofe com um Governo apoiado numa Geringonça. Nem as sucessivas viagens em direcção à bancarrota (conduzidas pelas "elites" que guiavam - e se guiavam - o antigo arco governativo), esmoreciam o discurso só-arco-fim-da-história. Portugal recomenda-se, o plano de Costa e Centeno, que levou Passos Coelho, em pleno parlamento, às lágrimas de tanto rir com as ousadias científicas, é olhado como alternativa numa Europa mergulhada em problemas de navegação. Quem diria.
A Geringonça. Leonardo da Vinci.
domingo, 12 de fevereiro de 2017
Do homem médio

Contactei a primeira vez com a formulação em título nos conselhos, sensatos para aquele contexto, diga-se, para sobreviver nos comandos: não te distingas, sê discreto e passa o mais possível despercebido. Vem isto a propósito dos especialistas que aconselham a enésima reforma de sentido único do estado social e para a conversão à absolutização da estatística.
A sugestão para o tempo militar não subscreveu os modelos do tipo BPN ou BES. Nem as instâncias internacionais de supervisão detectaram milhares de milhões em fuga porque só tiveram olhos para a média; para o homem médio.
Para Quételet "(...)o homem médio é para a nação o que o centro gravidade é para um corpo(...)". Há quem entenda que se deve levar muito a sério esta metáfora. O homem médio pode resumir todas as forças vivas de um país, coligando-as numa espécie de massa única.
Os modelos assentes na obstinação estatística, e que socorreram a troika, advogam uma excelência da média como tal, seja na ordem do bem ou do belo: "(...)O mais belo dos rostos é aquele que se obtém ao tomar a média dos traços da totalidade de uma população, do mesmo modo que a conduta mais sábia é aquela que melhor se aproxima do conjunto de comportamentos do homem médio(...)", disse ainda Quételet quando reflectia sobre a génese dos totalitarismos. Ou seja, é fundamental que as políticas olhem mesmo para além da média antes que esta se desloque para o extremo de mais baixos rendimentos.
sábado, 26 de novembro de 2016
actual, sete anos depois
"Poucos economistas perceberam a emergência da crise actual, mas essa falha de previsão foi o menor dos problemas. O mais grave foi a cegueira da profissão face à possibilidade de existência de falhas catastróficas numa economia de mercado. O papel da economia perdeu-se porque os economistas, enquanto grupo, se deixaram ofuscar pela beleza e elegância vistosa da matemática. Porque os economistas da verdade caíram de amores pela antiga e idealizada visão de uma economia em que os indivíduos racionais interagem em mercados perfeitos, guiados por equações extravagantes. Infelizmente, esta visão romântica e idílica da economia levou a maioria dos economistas a ignorar que todas as coisas podem correr mal. Cegaram perante as limitações da racionalidade humana, que conduzem frequentemente às bolhas e aos embustes; aos problemas das instituições que funcionam mal; às imperfeições dos mercados - especialmente dos mercados financeiros - que podem fazer com que o sistema de exploração da economia se submeta a curto-circuitos repentinos, imprevisíveis; e aos perigos que surgem quando os reguladores não acreditam na regulação. Perante o problema tão humano das crises e depressões, os economistas precisam abandonar a solução, pura mas errada, de supor que todos são racionais e que os mercados trabalham perfeitamente."
Paul Krugman
New York Times
2 de Setembro de 2009
domingo, 13 de novembro de 2016
O que é o crédito malparado sem eufemismo?
É o que não se pagou dos empréstimos. 40 mil milhões (na banca portuguesa) é cerca de 25% do PIB e o dobro da requalificação bancária; ou seja, poderá ser o verdadeiro valor da segunda variável.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
Finalmente uma boa notícia da banca
A CGD não voltará a falir de imediato uma vez que chumbou nos testes de stress do BCE. Sempre que um banco português passou nestes testes, faliu na semana seguinte. O BES teve mesmo um excelente antes da necessidade de requalificação (o eufemismo dos média para as falências na alta finança que, como na imagem, jamais pisa a relva). Entretanto, a injecção de capital na CGD já serviu, garante a nova administração, de fármaco para o stress. Para o ano, a síndrome anual (um banco por ano desde 2008) deve atingir o Montepio.
domingo, 12 de junho de 2016
do caso CGD
Depois da falência generalizada, suportada pelos contribuintes, da banca privada (20 mil milhões em 8 anos), a "impossibilidade" de mais encenação incluiu a Caixa Geral de Depósitos (mais de 4 mil milhões só este ano). Mesmo sem pessimismos, é a confirmação da falência do sistema (espera-se que o regime sobreviva). Chega a ser caricato ouvir os comentaristas mais mediáticos; de uma ponta à outra do espectro ideológico. Parecem aflitos. E como é que chegámos aqui? Imparidades (escriturado (muito) superior ao executável) e dívidas "impossíveis" de pagar; coitados.
segunda-feira, 16 de maio de 2016
História com RAM
Foi com o "país de tanga" de Barroso (2002) que o plano inclinou. Classificou os funcionários públicos (700 mil na administração central) como "culpados pelo despesismo" com os professores (175 mil) na primeira linha.
Mais tarde, em 2007, o país apresentava três indicadores: dívida de 67% do PIB, défice inferior a 3% (2.8% ou menos em cumprimento das regras europeias) e um crescimento de 2,3 ou 2,4%. Os número de funcionários públicos era semelhante a 2002,
Em 2016, os três indicadores dizem: défice de 11%, e só um brutal aumento de impostos conseguiu uma redução que não atingiu o número de 2007, o crescimento tem sido mais recessão e o ano mais elevado é inferior a dois. A dívida duplicou: 130% do PIB.
E o que é que aconteceu aos professores e à escola pública? Um corte a eito de 30 a 40% dos professores (mais de 50 mil) e oito anos sem progressões na carreira. Nos últimos quatro anos, cada professor teve um corte líquido no salário que em muitos casos chegou aos 400 euros mensais. Encerraram mais de 4000 escolas.
E os tais do "país de tanga"? Ligavam-se ao sistema financeiro (nomeadamente garantias ao sector bancário e empresas públicas) que "já consumiu em oito anos" o equivalente a cinco anos sem alunos, professores, e outros profissionais, e escolas. No mínimo, um encerramento absoluto do sistema escolar durante meia década. E ainda queriam, como na imagem, que os professores tivessem sido uma espécie de rebanho em forma de ram?
Já usei parte deste texto noutro post.
quarta-feira, 9 de março de 2016
do fim presidencial de Cavaco Silva
Se existissem blogues em 1996, teria escolhido um título para o post que significasse alívio com o fim de Cavaco Silva como chefe de Governo. Para confirmar a sensação, basta olhar para o percurso da maioria dos políticos que o acompanhavam. Dez anos depois disso, Cavaco Silva candidatou-se a PR e fez dois mandatos com a promessa primeira de serenidade financeira. Vá lá compreender-se a memória eleitoral.
Sabemos dos poderes presidenciais e da impossibilidade de escapar às conjunturas internacionais, mas de 2005 a 2015 faliram bancos em catadupa atolados em casos de corrupção, houve uma bancarrota, escutas presidenciais, cortes a eito nos salários, aumentos exponenciais de impostos, empobrecimento objectivo e generalizado, emigração de meio milhão de pessoas, desemprego jovem com números assustadores, encerramento de mais de 4000 escolas e por aí fora. Os seus defensores advogarão que o país não encerrou devido ao sentido de Estado do ex-PR e quem sou eu para os contrariar.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
contas com ram
Foi no "país de tanga" de Barroso (2002) que os funcionários públicos (700 mil na administração central) receberam a classificação "culpados pelo despesismo" com os professores (mais de 175 mil) na primeira linha por serem muitos. Em 2007, e estou à vontade para o recordar, Sócrates apresentava, quase com o mesmo número de professores, três indicadores: dívida de 67% do PIB, défice inferior a 3% (2.8% ou menos em cumprimento das regras europeias) e um crescimento de 2,3 ou 2,4%.
Em 2016, os três indicadores dizem o seguinte: o défice chegou aos 11% e só um brutal aumento de impostos conseguiu uma redução que ainda não atingiu o número de 2007, o crescimento tem sido em modo de recessão e no ano mais elevado o resultado é inferior a dois. A dívida duplicou e chegou a 130% do PIB.
E o que é que aconteceu aos professores e à escola pública? Um corte a eito de 30 a 40% dos professores (mais de 50 mil) e oito anos sem progressões na carreira. Mais? Nos últimos quatro anos, cada professor teve um corte líquido no salário que em muitos casos chegou aos 400 euros mensais. Encerraram mais de 4000 escolas.
Impressionante. Os fundamentalistas do "país da tanga" ligavam-se ao sistema financeiro (nomeadamente garantias ao sector bancário e empresas públicas) "que já consumiu em oito anos" o equivalente a cinco anos sem alunos, professores, e outros profissionais, e escolas. Leu bem: no mínimo, um encerramento absoluto do sistema escolar durante meia década. E os da "tanga" ainda queriam, como na imagem, que os professores tivessem sido uma espécie de rebanho em forma de ram?
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
O caso Banif e a repetição da historia
A faseada queda dos bancos deve ser planeada: cai um banco, os contribuintes são lesados, ouvem-se iras e protestos e regressa a calmaria com cortes nos do costume e venda de anéis a preço de saldo. Sossegada a memória colectiva, acciona-se outra queda. Desta vez é o Banif, o Montepio está na fila e a CGD ainda não está porque não foi privatizada. Nada me move, naturalmente, contra a iniciativa privada, mas o que cansa "nesta malta" é o seu desprezo pela gestão pública que tem há muito um objectivo conhecido: delapidar o orçamento de Estado, porque de privado só conhecem o lucro fácil. Espero estar enganado, mas a história registará esta parte maior da queda de democracia nascida com o 25 de Abril de 1974.
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Legisla-se muito e mal e nada muda
Em Portugal legisla-se muito e mal e o sistema escolar evidencia-se por causa da desconfiança nos professores. Não há país do euro que avalie, e pegando num exemplo muito caro aos justiceiros lusitanos, o exercício dos professores com pontos e quotas. Na maioria, nem sequer há avaliação. Existem, numa minoria, inspecções que validam o exercício. Por cá continua em vigor um desmiolo que vive em silêncio porque as carreiras congelaram.
Para além disso, qualquer exercício de sensatez levaria as mãos à cabeça com a incompetência do legislador e com as horas dedicadas à farsa. É um bom exemplo de improdutividade: a bancarrota não é apenas por culpa externa. Ainda há tempos ouvi o ex-presidente do Tribunal de Contas sublinhar a falta de qualidade e o excesso de produção de leis como os factores que mais nos penalizam. Há anos que o discurso se repete, e pela voz das mais variadas figuras, e o que de significativo acontece é o aumento de procedimentos para obter a mesma, e muitas vezes inútil, informação.
terça-feira, 18 de agosto de 2015
Dos cúmulos: Crato em modo eleitoral
É risível o "regresso", nesta altura, da Parque Escolar.SA. O montão de euros é decidido por Bruxelas, a exemplo do que aconteceu com Sócrates na desorientação europeia no pós-crise-do-subprime. As culturas pato-bravistas, partidocratas e bancocratas aceleraram a bancarrota. Depois de tudo o que se disse na campanha eleitoral anterior sobre as obras escolares, é um momento alto do ridículo que um ministro falhado, e há muito demissionário, se preste a este papel. Ainda vamos ver Crato a suspender exames que ideal(log)izou a eito e em modo industrial.
terça-feira, 21 de julho de 2015
portugal tem exemplos gritantes de improdutividade
Não há país do euro, e julgo que nem da União, que avalie o exercício dos professores com pontos e percentis (quotas). Na maioria nem sequer há avaliação, havendo quem pratique as inspecções pedagógicas que validam, ou não, a continuidade do exercício.
Em Portugal continua em vigor um desmiolo que pontua com percentis e com base em relatórios de três páginas. Há mais umas coisas insanas que não "estalam" porque as progressões na carreira estão congeladas e porque grande parte dos professores já só contam os dias que faltam para a "fuga".
Para além disso, qualquer pessoa medianamente sensata levaria as mãos à cabeça com a incompetência do legislador e com as toneladas de horas que professores avaliadores e assistentes administrativos gastam à volta de uma farsa que, aqui e ali, dá murros na dignidade das pessoas. É um bom exemplo de improdutividade que explica o que escrevi no título e que nos deixa isolados na Europa (julgo que só os gregos têm produtividades assim; e mesmo assim).
sábado, 18 de julho de 2015
terça-feira, 16 de junho de 2015
lançamento do ano lectivo por despachar
É surreal, mas o despacho do MEC (repare-se bem na argumentação dos "opositores") sobre a organização do próximo ano lectivo continua, a meio de Junho, por despachar. A FNE afirma que "tardiamente, o MEC convoca os sindicatos para apresentar um dos documentos basilares da qualidade da operacionalização do sistema educativo. A FNE pretende estabelecer, nesta sede, limites ao número de alunos com que cada professor trabalha, às reuniões para que os docentes são convocados, bem como para a entrega de planos, relatórios e outros documentos que considera inúteis."
Ainda ontem recebi um email, devidamente assinado, que dizia assim: "Numa ata de uma reunião de conselho de turma do ensino básico, estão anexados 20 relatórios!... Deduza-se quantas páginas terá a ata, em prol do ‘sucesso educativo’…".
Realmente, o nosso nível de gestão é surreal. Todas as escolas abrem em Setembro com horários e todos os exames se fazem, nesta altura, com vigilantes convocados. Este tipo de logística é um metabolismo basal. Espera-se que não estejam três aulas na mesma sala à mesma hora ou oito vigilantes na mesma sala de exame. Fazer tudo isto com critérios pedagógicos, com equidade, com níveis modernos de tratamento da informação e elevando a confiança na atmosfera organizacional e relacional já é um bocadinho de gestão. Mas dá ideia que os nossos "gestores" insistem na conjugação da ignorância com a arrogância e a bancarrota acaba por ser cíclica e uma questão de despacho. Vamos lá ver se este não provoca um qualquer tumulto.
questiona o amontoado de escolas
E já agora, como é que vai o amontoado de freguesias e municípios? Por que é que o imperativo troikano não se aplica à primeira pele da partidocracia?
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