Diz-se, com propriedade, que as inverdades têm perna curta e que o tempo, sempre o tempo, coloca os factos no sítio certo. As campanhas eleitorais são sobreaquecidas, mas deviam exigir um respeito mútuo mínimo; no mínimo. O recurso à mentira vulgarizou-se, embora a utilização de informações falsas sobre a profissionalidade e o carácter das pessoas se mantenham intoleráveis. Magoam, mesmo que se revistam de nula credibilidade. O raio de acção da dor pode tornar-se incontrolável nos que captaram a injustiça, mesmo que considerem que é preferível sofrê-la do que cometê-la.
Os governos, nos diversos patamares, afirmam-se no caos se conseguirem eliminar a vulgarizada mentira e afirmar a sensatez. É um exercício elementar com um alcance imensurável. Insistir num registo de falsidades numa espécie de fuga para a frente não augura nada de bom.
Não augura mesmo nada de bom. Mas estamos na época do "vale tudo".
ResponderEliminarComo muito bem dizes, mais vale sofrer uma injustiça do que cometer uma injustiça.
Por exemplo: andar a dizer-se que há 17 anos que não se limpavam as caleiras, é falso. A manutenção foi feita, anualmente conforme uma das trinta e tal bases de dados falecidas. Se se fez a limpeza das caleiras depois das falecidas serem abatidas, isso já não sei. Mas o que é facto é que alguém espalhou isso.
Pronto, a culpa não é de ninguém, até porque esta direcção, como diz a directora, só lá está há dois meses... E, quem a ouve falar fica a pensar que, ela até nem fazia parte da direcção anterior, até nem era sub-directora... Era talvez um verbo de encher como todos os outros!... Esquecimentos muito oportunos...
ResponderEliminarA APEASO e o Conselho Geral não tomam posição? Que vergonha e não querem que tiremos os filhos desse escola que está nas mãos de incompetentes.
ResponderEliminarA minha intenção não é atribuir culpas a ninguém, mas só e unicamente esclarecer que sempre houve um plano de manutenção, havia uma base de dados que tinha tudo o que à manutenção dizia respeito e que é mentira essa história dos 17 anos. Portanto, reafirmo que enquanto houve bases de dados, houve manutenção. O sr João e o sr Bernardino podem confirmar.
ResponderEliminarNem mais. Duarte Lima, Oliveira e Costa e Dias Loureiro eram acima de suspeita, como Isaltino de Morais e Valentim Loureiro. Armando Vara, Socrates e mais do PS também o eram. Quantos políticos honestos passaram por estes governos? Muitos, mas ficaram manchados e debaixo de suspeita.
ResponderEliminarSoube disso ontem e francamente: é tão absurdo que não vou consumir caracteres e paciência. O post tem uma intenção generalista sem fugir à experiência de cada um.
ResponderEliminarInteressante Vanessa. É um exercício que se deve fazer. Existirão muitas pessoas honestas que passaram por governos e que se devem sentir aborrecidos e incomodados.
ResponderEliminarLido o texto vim aos comentários e somente entendi os dois últimos. Estou absolutamente de acordo que este estado de corrupção dá alento aos que querem liquidar a democracia.
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