quarta-feira, 16 de novembro de 2011

das inverdades

 


 


 


 


Diz-se, com propriedade, que as inverdades têm perna curta e que o tempo, sempre o tempo, coloca os factos no sítio certo. As campanhas eleitorais são sobreaquecidas, mas deviam exigir um respeito mútuo mínimo; no mínimo. O recurso à mentira vulgarizou-se, embora a utilização de informações falsas sobre a profissionalidade e o carácter das pessoas se mantenham intoleráveis. Magoam, mesmo que se revistam de nula credibilidade. O raio de acção da dor pode tornar-se incontrolável nos que captaram a injustiça, mesmo que considerem que é preferível sofrê-la do que cometê-la.


 


Os governos, nos diversos patamares, afirmam-se no caos se conseguirem eliminar a vulgarizada mentira e afirmar a sensatez. É um exercício elementar com um alcance imensurável. Insistir num registo de falsidades numa espécie de fuga para a frente não augura nada de bom.

8 comentários:

  1. Não augura mesmo nada de bom. Mas estamos na época do "vale tudo".
    Como muito bem dizes, mais vale sofrer uma injustiça do que cometer uma injustiça.
    Por exemplo: andar a dizer-se que há 17 anos que não se limpavam as caleiras, é falso. A manutenção foi feita, anualmente conforme uma das trinta e tal bases de dados falecidas. Se se fez a limpeza das caleiras depois das falecidas serem abatidas, isso já não sei. Mas o que é facto é que alguém espalhou isso.

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  2. Pronto, a culpa não é de ninguém, até porque esta direcção, como diz a directora, só lá está há dois meses... E, quem a ouve falar fica a pensar que, ela até nem fazia parte da direcção anterior, até nem era sub-directora... Era talvez um verbo de encher como todos os outros!... Esquecimentos muito oportunos...

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  3. Enc. de Educação Indignado17 de novembro de 2011 às 18:03

    A APEASO e o Conselho Geral não tomam posição? Que vergonha e não querem que tiremos os filhos desse escola que está nas mãos de incompetentes.

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  4. A minha intenção não é atribuir culpas a ninguém, mas só e unicamente esclarecer que sempre houve um plano de manutenção, havia uma base de dados que tinha tudo o que à manutenção dizia respeito e que é mentira essa história dos 17 anos. Portanto, reafirmo que enquanto houve bases de dados, houve manutenção. O sr João e o sr Bernardino podem confirmar.

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  5. Nem mais. Duarte Lima, Oliveira e Costa e Dias Loureiro eram acima de suspeita, como Isaltino de Morais e Valentim Loureiro. Armando Vara, Socrates e mais do PS também o eram. Quantos políticos honestos passaram por estes governos? Muitos, mas ficaram manchados e debaixo de suspeita.

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  6. Soube disso ontem e francamente: é tão absurdo que não vou consumir caracteres e paciência. O post tem uma intenção generalista sem fugir à experiência de cada um.

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  7. Interessante Vanessa. É um exercício que se deve fazer. Existirão muitas pessoas honestas que passaram por governos e que se devem sentir aborrecidos e incomodados.

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  8. Lido o texto vim aos comentários e somente entendi os dois últimos. Estou absolutamente de acordo que este estado de corrupção dá alento aos que querem liquidar a democracia.

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