terça-feira, 8 de novembro de 2011

(des)educação

 



 


O desenho é do Antero. 


 


Não gosto de mediatizar coisas destas, porque expõe crianças e jovens por causa da má educação dos seus deseducadores. Mas os tempos são o que se sabe e temos de ajudar a alterar o estado de sítio educativo que a senhora do desenho acentuou. 


 


Aluno copiou em teste com ajuda da mãe através de SMS



 



Um aluno do 5.º ano do Agrupamento Vertical Dr. Francisco Gonçalves Carneiro, em Chaves, foi surpreendido pela professora a copiar num teste, com a ajuda da mãe, que lhe enviava mensagens escritas de telemóvel com as respostas das perguntas.


 


Contributo da Ana Mendes da Silva.

6 comentários:

  1. O director e a professora que se ponham a pau! Ainda levam com o telemóvel em cima!
    Meu Deus! Onde chegámos!

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  2. É! Vê lá como eu já estou!

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  3. Contei esta história, igualmente deprimente, num comentário ao post afim, do Paulo Guinote:

    um aluno gabou-se que, no fim de semana, tinha corrido todos os parques de estacionamento dos supermercados, com o pai, a ver se encontravam um carro igual ao deles, para “recuperarem” um tampão da roda que lhes faltava.

    Perante a minha indignação, o aluno rematou: “Então e o do meu pai, também não foi roubado?!”

    Esqueci-me foi de contar também o epílogo, igualmente revelador: uns dias depois, encontrei a mãe do miúdo na rua e, uma vez que me perguntou por ele, na esperança de que desmentisse o episódio, dei-lho a conhecer.
    Qual não foi o meu espanto quando a senhora exclamou: "- Ai o malandro! Essas coisas não se contam."

    É a "inducação" que prolifera.

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  4. O trivial neste Portugal, sauve qui peut "!

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  5. E agora mais do que nunca, é pelo menos o sinal mais evidente.

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