Para já é assim e tenho a consciência que contrario as forças da natureza que dominam a selva. Não há catastrofista, blogger-visionário, secretário de estado da juventude, astrólogo, economista-neo-colonial, mentor-outrora-capitalista-selvagem e por aí fora que não tenha decretado o fim da nação e o apelo sentido à fuga inapelável. Um dos destinos mais recomendados é a minha pátria moçambicana. É uma terra mágica, sem dúvida, e, que se descontarmos as relações humanas que o capitalismo selvagem instituiu, bate aos pontos qualquer território da velha Europa. Estou muito informado do que lá se passa e percebo a ânsia da maioria dos lusitanos. Já vi o sucedido. Noutros tempos, os mainatos (empregados domésticos) eram dois por casa e agora uma mão cheia de euros contrata meia-dúzia. Apelativo para quem tem muitíssimo bom estômago.
Por outro lado, Assunção Esteves, que diz que recusou a Maçonaria e a Opus Dei e que acredita que numa folha A4 podia mudar a Europa toda, também afirma que "(...)um novo paradigma para o capitalismo passa por um regresso da política.(...)". É isso. Não me parece nada mal eliminar a papelada e meter a política a dirigir. Pela parte que me toca começo já a 24 de Novembro. Não sou militante partidário, mas milito na blogosfera e a nível local faço o que possso em acções no terreno. Fico interessado em saber se Assunção Esteves também fez greve para reafirmar que acredita no país, na política e no futuro.
outro texto genial
ResponderEliminarOnde vais buscar tanta inspiração? Só tu... LINDO!!!
ResponderEliminarLucidez desconcertante.
ResponderEliminarMuito bem, Paulo!
ResponderEliminarFizeste-me rir. Obrigado Susana,
ResponderEliminarObrigado.
ResponderEliminarObrigado Helena.
ResponderEliminarLinkei um post teu para amanhã. Força aí
A propósito da pertinência da Filosofia?
ResponderEliminarNão podemos deixar morrer esta disciplina.
Tenho receio (e não só por razões pessoais), pois Nuno Crato não a elencou nas "fundamentais"...
Com o pendor tecnicista que aí vem, não me admiro que um dia destes ache que pode ser dispensada.
Bora lá a fazer uma força, com a ajuda da musa aí de casa!
Beijo. ;-)
Já lhe disse :)
ResponderEliminarBeijo.
Mais uma.
ResponderEliminarTambém fico e faço.
Belo texto, como de costume, Paulo!
Um abraço.
Obrigado Isabel.
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