O Microsoft Word é um poderoso processador de texto, o Microsoft Excel é uma folha de cálculo inigualável e o Micorsoft Powerpoint é um bom programa de apresentação. Se se proibisse a utilização destas aplicações do Microsoft Office como ferramentas de gestão da informação nas escolas portuguesas, fazia-se mais pela qualidade do ensino do que com qualquer das medidas "reformadoras" das últimas duas décadas.
(1ª edição em 9 de Janeiro de 2011)
Adenda: fui parar a um blogue que linkou o post que acabou de ler e que acrescentou uma parágrafo muito certeiro: "Fazer a gestão de informação de uma organização com base nos programas do Office é improdutivo - estejam os documentos guardados num disco rígido ou num servidor de uma qualquer intranet. Só há uma diferença - no último caso torna-se mais fácil partilhar o caos entre os utilizadores".
Como eu te percebo!
ResponderEliminarPodia-se começar pelo Word.
lol!!!! Há um amigo meu que te diria que estás em grande forma -:)
ResponderEliminar... e há mais a proibir...
ResponderEliminarPor isso é que uso Pages, Numbers e Keynote... :D :D :D
ResponderEliminarClaro
ResponderEliminarnão é por aí; isso é mais
ResponderEliminarHá 20 anos que repetes estas ideias -:)
ResponderEliminarO Microsoft Word não é um poderoso processador de texto. É um faz tudo e nada, complicadíssimo, um peso pesado de ambiente pouco amigável para o utilizador, com resultados aleatórios. A versão de 2003 foi a última aceitável, a utilizar com moderação.
ResponderEliminarQue raio Estas coisas é que nos fazem menos jovens
ResponderEliminarEstava apenas a ser simpático "É um faz tudo e nada"
ResponderEliminarComo alguém disse mais acima, és como o vinho do Porto...
ResponderEliminarÉ mais ; mas obrigado na mesma
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