quinta-feira, 10 de novembro de 2011

não é proibido proibir

 



 


 


O Microsoft Word é um poderoso processador de texto, o Microsoft Excel é uma folha de cálculo inigualável e o Micorsoft Powerpoint é um bom programa de apresentação. Se se proibisse a utilização destas aplicações do Microsoft Office como ferramentas de gestão da informação nas escolas portuguesas, fazia-se mais pela qualidade do ensino do que com qualquer das medidas "reformadoras" das últimas duas décadas.


 


(1ª edição em 9 de Janeiro de 2011)


 


Adenda: fui parar a um blogue que linkou o post que acabou de ler e que acrescentou uma parágrafo muito certeiro: "Fazer a gestão de informação de uma organização com base nos programas do Office é improdutivo - estejam os documentos guardados num disco rígido ou num servidor de uma qualquer intranet. Só há uma diferença - no último caso torna-se mais fácil partilhar o caos entre os utilizadores".

12 comentários:

  1. Como eu te percebo!
    Podia-se começar pelo Word.

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  2. lol!!!! Há um amigo meu que te diria que estás em grande forma -:)

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  3. ... e há mais a proibir...

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  4. Por isso é que uso Pages, Numbers e Keynote... :D :D :D

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  5. Paulo G. Trilho Prudencio9 de janeiro de 2011 às 22:19

    não é por aí; isso é mais

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  6. Há 20 anos que repetes estas ideias -:)

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  7. O Microsoft Word não é um poderoso processador de texto. É um faz tudo e nada, complicadíssimo, um peso pesado de ambiente pouco amigável para o utilizador, com resultados aleatórios. A versão de 2003 foi a última aceitável, a utilizar com moderação.

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  8. Paulo G. Trilho Prudencio9 de janeiro de 2011 às 23:32

    Que raio Estas coisas é que nos fazem menos jovens

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  9. Estava apenas a ser simpático "É um faz tudo e nada"

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  10. Como alguém disse mais acima, és como o vinho do Porto...

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  11. Paulo G. Trilho Prudencio9 de janeiro de 2011 às 23:47

    É mais ; mas obrigado na mesma

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