Ouvi, ontem, o presidente da confederação portuguesa das micro, pequenas e médias empresas afirmar que apoiava a greve geral de 24 de Novembro. Hojé é a exemplar Autoeuropa que assume uma espécie de propósito preventivo. Há quem diga que a sociedade alemã está muito atenta ao que se passa no sul da Europa e que compreende a indignação que se vai verificando. São sinais que requerem atenção e alguma esperança.
Autoeuropa anuncia dia de “não produção” na greve geral
a autoeuropa não adere à greve! apenas se adapta às circunstâncias, o mesmo que dizer, não trabalham hoje, trabalham amanhã, de um modo muito diplomático e razoável.
ResponderEliminarA greve não vai fazer mossa, vai apenas conduzir a um reajuste de planeamento, e a menos 1 dia de férias do pessoal. No fim do mês a conta vai ser igual
Obrigado pela informação. Não li em lado nenhum que a empresa aderia à greve geral. O que me surpreendeu foi o que ouvi ontem e relatei e o facto da autoeuropa assumir que as pessoas que lá trabalham vão aderir à greve geral. Quanto ao facto de no fim do mês a conta ser igual é uma vantagem da empresa e das pessoas, realmente. Muito obrigado, repito.
ResponderEliminar...para quem a greve é um evento normal...em democracia..em estabelecimento de industrial...em estabelecimento de serviço...só para os patrões tugas e seus apoderados é que não...
ResponderEliminarSomos um país de brandos costumes!
ResponderEliminarEis mais um exemplo de jornalismo sensacionalista e reprovável, com uma notícia tipo minhoca lançada a peixes famintos que, atrás do engodo, são mais uma vez enganados.
ResponderEliminarO título «Autoeuropa anuncia dia de “não produção” na greve geral» pouco tem a ver com o conteúdo integral da notícia, sendo que o que realmente move a Autoeuropa é acautelar eventuais prejuízos resultantes da descontinuidade da produção ou, como é dito, “perturbações e atrasos no fluxo normal de produção da linha de montagem final”.
Afinal, a «Autoeuropa anuncia dia de “não produção” no próximo 24 de novembro», o mesmo dia da greve geral. Assim, sim!
Há até um aspecto algo perverso na atitude da Autoeuropa, implícito na afirmação “A empresa põe à disposição outros mecanismos para que os trabalhadores que não fazem greve possam, por exemplo, colocar um dia de férias": fica-se com a impressão que dava mesmo jeito que os trabalhadores não fossem trabalhar, de uma maneira ou de outra, apesar de o dia não lhes ser oferecido “gratuitamente”!
Finalmente, e extrapolando, é sabido que há por aí muitos funcionários que têm a pontaria de planear e gozar férias em dia de greve, com a vantagem de não se confundirem com fura-greves, nem descontarem o dia de trabalho, o que, enfim…
Permita-me adaptar a sua frase: “São sinais que requerem atenção e POUCA esperança”.
É aqui que deve sobressair a Filosofia como disciplina estruturante do pensamento. Pena que muitos destes trabalhadores não tenham fruído dos seus ensinamentos!
É Ana, muito boa a reflexão. Andamos a tentar ler sinais de esperança e a atitude alemã é importante para a Europa e para Portugal; que tempos. Se perdemos de vez a esperança, nem sei...
ResponderEliminareu também não li em lado nenhum que aderia, referi, por auto recriação que não aderia. E não adere, nem paternaliza, como o título parece fazer crer. Adapta-se, ajusta-se e segue em frente como se não fosse nada
ResponderEliminarPercebe-se Obrigado mais uma vez.
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