quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

bipolaridade

 


 


Há mais de trinta anos que o voto foi estruturado. Originou um regime democrático bipolar que oscila nos humores de ocasião. Para não abusarmos da memória na análise da experiência portuguesa, podemos afirmar que os governos da primeira década do milénio foram de incompetência gradual com um pico inimaginável na última metade. Muitos dos que sabiam que a derrota de J. Sócrates seria a vitória de uma espécie de mais do mesmo, não hesitaram: uma coisa de cada vez e Paris que grame as "lições" sobre tudo e mais qualquer coisa.

4 comentários:

  1. claro e objectivo

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  2. Continua a ser a personagem que mais reacções provoca. Conseguiu passar do cinzentismo clássico do político, para um misto de estrela rock, goleador universal e mister universo.

    É defendido e atacado, excedendo as análises frias do seu legado, mais se comparando a um fenómeno de fé.

    O atrevimento e a desfaçatez continua em boa forma, pois dar uma conferência sobre temas económicos, um universo onde pululam gurus com as mais variadas receitas é de tipo corajoso.
    Isto com o curso de formação básica da Juventude Socialista!!!!! É obra!

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  3. "José Sócrates falava numa palestra do pólo Universitário de Poitiers..."

    Cá para mim era uma aula qualquer de Novas Oportunidades "à la française" para imigrantes portugueses de 2ª ou 3ª geração, que já pouco percebem da língua de Camões, filmada por um aprendiz de "paparazzi" que conhece o estilo do canal público televisivo português.

    Agora que a emigração é mesmo a única fuga ao desemprego em Portugal e, inclusivamente, é tão recomendada aos jovens portugueses qualificados, Passos Coelho está em maus lençóis, pois quando chegar a sua vez de fugir, não haverá destino algum onde possa despejar as suas baboseiras sem ser imediatamente insultado.


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  4. O homem da REGISCONTA! É o típico sabe tudo, o TUGA chico-esperto.

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