"Quantas pessoas na sua organização são pensadores inovadores que podem ajudar nos seus problemas de estratégia mais espinhosos? Quantos possuem uma compreensão interessada das necessidades dos clientes? Quantos sabem o que é preciso para assegurar que os funcionários se envolvam no trabalho?
(…)
Isto acontece porque os nossos sistemas educativos se centram em ensinar os alunos de ciências e de gestão a controlar, prever, verificar, garantir e testar dados. Não ensinam como navegar nas questões “e se…” ou em futuros desconhecidos. Como Amos Shapira, o CEO da Cellcom, a operadora de rede móvel líder em Israel, afirmou: “O conhecimento que eu uso como CEO pode ser adquirido em duas semanas … A principal coisa que se deve ensinar a um estudante é como deve estudar e analisar as coisas (incluindo) história e filosofia.”
As pessoas formadas em humanidades que estudam poesia de Shakespeare, ou os quadros de Cézanne, por exemplo, aprenderam a lidar com grandes conceitos e a aplicar novas formas de raciocínio aos problemas difíceis que não podem ser analisados de forma convencional."
Pois. Apetecia-me dizer umas coisas, mas como estou mal disposta e ia exemplificar, não vou escrever nada :) :) :) :)
ResponderEliminarE um chá de hiperição? :)
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ResponderEliminarJá tomei. Com um Medipax.
:))))
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