Sou capaz de estar semanas a água e numa noite beber uns "copos" sem me aproximar do limite que me leve à má disposição no dia seguinte. Tenho com o tabaco uma relação ainda menos assídua do que com o álcool, mas arrepiam-me os fundamentalismos. Ainda há uns poucos anos, o estado despachou no sentido em que a restauração investisse fortemente em exaustores para acolher fumadores. O mesmo estado vem agora proibir a presença dos proscritos até junto à porta dos locais de consumo. São sinais e mais sinais que devem ser combatidos. Os espírito inquisidor não foi banido da condição humana, os motivos por que se manifesta é que mudam.
Estudo aponta para a proibição de fumar à porta de cafés, bares e restaurantes
Uma investigação coordenada pela Faculdade de Medicina de Lisboa e financiada pela Direcção-Geral de Saúde determina o fim das excepções no combate ao consumo de tabaco.
E conhece o escriba alguma civilização sem religião? Os antropólogos encartados dizem que não há registo: seja ela politeista ou monoteista; seja ela natural ou histórica; seja ela "catholica" ou particular; chame-se-lhe comunismo, nazismo, fascismo, higienismo...
ResponderEliminarE o higienismo é particularmente irritante tal a sua retórica sedutora e bem-pensante.
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