O Arlindo Ferreira tem razão. Quem resolveu ignorar a graduação profissional na contratação de professores por oferta de escola e alegou preferir a continuidade pedagógica ou outra coisa do género, terá de prestar contas à Inspecção-Geral da Educação. Invocar o desconhecimento da lei não deve voltar a servir de atenuante.
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