"Quem decide nas finanças tem o poder efectivo das organizações", era deste modo que se hierarquizava o poder real nas organizações no tempo anterior à sociedade da informação e do conhecimento.
Com o advento do tratamento da informação, os seus "especialistas", que muitas vezes eram os únicos que tinham dado os primeiros passos nas tecnologias da informação e da comunicação, passaram a ter um domínio tão poderoso como o financeiro. O poder real passou a ser conferido a quem "decidia" nos dois domínios.
Por absurdo que possa parecer, existem organizações que estão quase no grau zero do tratamento da informação e em que os antigos "chefes do economato" ganham uma preponderância impensável que inverte a hierarquia de responsabilidades e o propósito das instituições.
Dá ideia que o nosso Governo vive um problema semelhante, que torna incompreensível o esvaziamento de funções do ministro da economia na gestão dos fundos comunitários.
se inverte
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