Lembro-me dum tempo, e não foi há muito, em que era impensável que quem fosse exercer um cargo público afirmasse que era honesto ou que não mentia. Para o exercício de cargos, e nas campanhas que os antecediam, davam-se por adquiridos esses requisitos mínimos. No tempo que estamos a viver, parece que a situação se inverteu e vamos assistindo a coisas de arrepiar.
...o que é absurdo já que nos leva a um dos lados do paradoxo do mentiroso; que garantia de verdade dá o mentiroso que afirma que está a dizer a verdade?
ResponderEliminarÉ Ana
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