quinta-feira, 10 de maio de 2012

havia um tempo

 


 


Lembro-me dum tempo, e não foi há muito, em que era impensável que quem fosse exercer um cargo público afirmasse que era honesto ou que não mentia. Para o exercício de cargos, e nas campanhas que os antecediam, davam-se por adquiridos esses requisitos mínimos. No tempo que estamos a viver, parece que a situação se inverteu e vamos assistindo a coisas de arrepiar.

2 comentários:

  1. ...o que é absurdo já que nos leva a um dos lados do paradoxo do mentiroso; que garantia de verdade dá o mentiroso que afirma que está a dizer a verdade?

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  2. Paulo G. Trilho Prudencio10 de maio de 2012 às 15:11

    É Ana

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