A "Gazeta das Caldas" insere na primeira página da edição de hoje uma notícia sobre os horários zero no concelho e salienta os graves constrangimentos da rede escolar concelhia com particular destaque para a relação entre público e privado.
Adenda às 19h10: esta notícia tem uma imprecisão: os professores com horário zero só são obrigados a concorrer dentro do concelho da sua escola de origem.
"Mais de 100 professores com horário zero nas Caldas"
"As ordens do governo para que os directores das escolas indicassem quais os professores que vão ficar sem turmas no próximo ano, num momento em que as matrículas ainda estão a decorrer, levou a que em todo o país milhares de docentes ficassem com horário zero, o que os obriga a concorrer a outros concelhos. No concelho das Caldas esse número é superior a uma centena.Em reacção às medidas do Ministério da Educação estava prevista uma reunião de professores para a passada quarta-feira na Secundária Raul Proença (depois de o director da Bordalo Pinheiro ter recusado ceder o auditório daquela escola). Os professores contestam os financiamentos às escolas privadas num momento em que há professores com horário zero na escola pública."
C.C.
"... o que os obriga a concorrer a outros concelhos. "
ResponderEliminarEsta obrigatoriedade (ainda) não é verdadeira, pois não?
[Pelo que tenho lido, é gente de fibra, a das Caldas. Parabéns!]
Claro que não Ana. Tem razão e já fiz uma adenda ao post. Obrigado.
ResponderEliminarO diretor da Bordalo teve medo ou queria dinheiro para alugar o auditório e poder pagar a conta da luz?
ResponderEliminarEspero que as gentes de fibra surjam pelo país, pelo exemplo das gentes das Caldas.
A vergonha do ensino particular que esvazia as escolas publicas de alunos, porque os papás e mamãs escolhem o colégio porque é fino e não pagam nada tem que acabar.