sábado, 29 de setembro de 2012

4 anos depois e a prosápia não tem remédio

 


 


 


 


 


António Borges era um dos gurus do subpraime (foi a escrita que escolhi para desdenhar do sub-prime) e em 2008 ainda dizia que não entraríamos em crise, que a tempestade era passageira e que os críticos eram uns pessimistas.


 


Aparece agora, como uma espécie de proprietário do Governo, a afirmar que só os "ignorantes" é que criticaram a TSU. Convenceu-se que a memória foi eliminada da sociedade portuguesa?


 


Há gente com desplante ilimitado.


 


A primeira notícia é de 2008 e a segunda de hoje.


 


 


Sub-prime é das melhores inovações dos últimos anos


 


António Borges classifica de "ignorantes" empresários que criticaram a TSU

5 comentários:

  1. Ainda assim, este energúmeno conseguiu dizer uma verdade, num flash de lucidez, introspecção e auto-crítica:

    «António Borges afirmou ainda que o grande problema do país são as “elites”»

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  2. E outro energúmeno, presente no mesmo evento, retirou qualquer esperança aos portugueses.

    Pois se não se pode ter confiança nos políticos europeus em geral, que dizer do caso particular português, em que nem a fraude comprovada é suficiente para os pôr a andar?!

    «No mesmo evento no qual Borges fez a sua intervenção, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, alertou para os efeitos de uma crise de confiança nos políticos europeus na Europa.»

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  3. Pois, a economia não é uma ciência exacta e que "joga" com perspectivas e possibilidades...

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  4. É Pedro. É pena é que haja quem consiga sempre o mesmo tipo de conclusões como se fosse uma ciência exacta.

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  5. O Relvas disse isso Ana? :) ) Valha-me não sei o quê.

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