As nossas instituições públicas, com os novos modelos organizacionais e de selecção de pessoas que as terraplenam e que permitem aspirações "impensáveis", deslegitimam-se em passo acelerado.
Não admira que José Castelo Branco aspire a edil de Sintra (foi assim que a Itália abriu portas à berlusconização fatal) e não tarda que um perfil semelhante acolha do legislador créditos para a gestão escolar.
“foi assim que a Itália abriu portas à berlusconização fatal”, Paulo?!
ResponderEliminarAi que essa memória te está a atraiçoar! Então e a glória da famigerada Cicciolina, eleita para o Parlamento italiano em 1987???
Neste preciso momento, o que devemos lamentar, isso sim, é o triste fado português que faz com estes novos modelos organizacionais e de selecção de pessoas, tão promissores, cheguem com um quarto de século de atraso.
Acho que é tempo de José Castelo Branco aspirar a edil, de Luciana Abreu aspirar a secretária de Estado, de Lili Caneças aspirar a ministra...
Quem sabe não seremos surpreendidos pela positiva?!
E ninguém duvidará da quantidade de equivalências que os mesmos poderão obter com os respectivos currículos, nas áreas em que são especialistas.
Triste, triste, neste país, tem sido dar equivalências e protagonismo a quem nem tem currículo, nem qualquer especialidade, para além de demagogia ou, pior ainda, de corrupção.
Uns sem futuro, outros sem vergonha - é o lema de um Portugal onde, de há uns tempos a esta parte, qualquer candidatura parece legítima.
(Se o meu comentário não merece qualquer crédito, também não é de espantar: já estou fora de serviço, depois de ter dado 7 horas de aulinhas, puras e duras, numa dessas instituições públicas
com um novo modelo organizacional e de selecção de pessoas digno de um "thriller" dos mais reles, a mando de um legislador que nem carisma para edil revela ter, quanto mais para determinar os destinos da Educação em Portugal!)
Tenho muita pena que Castelo Branco não seja candidato à CMP fizesse frente ao Filipe Menezes.:)
ResponderEliminarTenho a certeza que seria um sucesso, principalmente no Bolhão:)
Este país ainda existe?
Tivesse eu menos 20 anos e já estava a milhas!
Pensei exactamente nisso Ana quando me lembrei da Itália :) :)
ResponderEliminar:“foi assim que a Itália abriu portas à berlusconização fatal”, Paulo?!
Ai que essa memória te está a atraiçoar! Então e a glória da famigerada Cicciolina, eleita para o Parlamento italiano em 1987???
Imagino Maria :)
ResponderEliminarEu tenho uma péssima memória, mas há datas e eventos que me ajudam: fui mãe, pela primeira vez, em 1987 e, pelo menos nesse ano, o mundo ficou-me registado.
ResponderEliminarNão hei-de eu ter cada vez pior memória, pois.
Uma coisa é certa: a Cicciolina também deve estar uma especialidade...