Mais uma vez, quem vai ficar na História é o procurador e não os processos que foram alvo de escutas. Esses são tantos e tão inconsequentes que ninguém conseguirá lembrá-los na totalidade. Serão como as telenovelas brasileiras: depois da primeira, que toda a gente reteve na memória, não há quem consiga nomear as seguintes, tal foi a "overdose". Assim sucederá com os processos de corrupção em Portugal: uma banalidade com enredos e desfechos semelhantes.
Se me permites Ana, Noam Chomsky não diria melhor, Inundar pode ser uma estratégia. É. Tenho provas disso. Contudo, o "niilismo" pode levar aos caos e não sei quem se salvará.
O caso em questão poderia levar muita gente a pensar que estávamos na presença de mais um caso de corrupção com um Primeiro-Ministro. Afinal, parece que as escutas provam que Passos Coelho defendeu os interesses dos contribuintes e repudiou qualquer tentativa de corrupção. Lá se foi mais uma tentativa de denegrir a imagem de Passos Coelho, dião alguns...
O favorecimento da Tecnoforma, empresa de que Passos Coelho foi consultor, na atribuição da maior parte do negócio de formação profissional da Região Centro, enquanto Miguel Relvas era secretário de Estado da Administração Local, e o respetivo programa, financiado pela União Europeia, estava sob a competência do Estado português, chegaria para denegrir a imagem do primeiro ministro, se acaso a mesma tivesse alguma credibilidade no presente.
Aos portugueses basta compararem as promessas eleitorais de Passos Coelho com a sua actuação como primeiro ministro para, no mínimo, perceberam quanto amadorismo ele encarnou e encarna, quão fraca preparação para a actividade governativa ele revelou e continua a revelar.
Escutas telefónicas a incriminá-lo de corrupção não causariam qualquer espanto, infelizmente, assim como a ausência de ilícito nas mesmas em nada favorece a sua imagem política. Apenas não a agrava.
E depois não acontece nada!
ResponderEliminarO país das escutas que nunca dão em nada...
ResponderEliminarIsso. Cansa um bocado o jogo de espelhos e de sei lá mais o quê a que nem a tal de justiça escapa. Muito mau.
ResponderEliminarEnfim Pedro. Quem diria que estaríamos neste grau tão abaixo de zero que já nem sei como o classificar.
ResponderEliminarMais uma vez, quem vai ficar na História é o procurador e não os processos que foram alvo de escutas. Esses são tantos e tão inconsequentes que ninguém conseguirá lembrá-los na totalidade. Serão como as telenovelas brasileiras: depois da primeira, que toda a gente reteve na memória, não há quem consiga nomear as seguintes, tal foi a "overdose". Assim sucederá com os processos de corrupção em Portugal: uma banalidade com enredos e desfechos semelhantes.
ResponderEliminarSe me permites Ana, Noam Chomsky não diria melhor, Inundar pode ser uma estratégia. É. Tenho provas disso. Contudo, o "niilismo" pode levar aos caos e não sei quem se salvará.
ResponderEliminarO caso em questão poderia levar muita gente a pensar que estávamos na presença de mais um caso de corrupção com um Primeiro-Ministro. Afinal, parece que as escutas provam que Passos Coelho defendeu os interesses dos contribuintes e repudiou qualquer tentativa de corrupção. Lá se foi mais uma tentativa de denegrir a imagem de Passos Coelho, dião alguns...
ResponderEliminarO favorecimento da Tecnoforma, empresa de que Passos Coelho foi consultor, na atribuição da maior parte do negócio de formação profissional da Região Centro, enquanto Miguel Relvas era secretário de Estado da Administração Local, e o respetivo programa, financiado pela União Europeia, estava sob a competência do Estado português, chegaria para denegrir a imagem do primeiro ministro, se acaso a mesma tivesse alguma credibilidade no presente.
ResponderEliminarAos portugueses basta compararem as promessas eleitorais de Passos Coelho com a sua actuação como primeiro ministro para, no mínimo, perceberam quanto amadorismo ele encarnou e encarna, quão fraca preparação para a actividade governativa ele revelou e continua a revelar.
Escutas telefónicas a incriminá-lo de corrupção não causariam qualquer espanto, infelizmente, assim como a ausência de ilícito nas mesmas em nada favorece a sua imagem política. Apenas não a agrava.
Concordo com os vossos comentários. Pedro: é importante olharmos para o núcleo duro do cavaquismo.
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