Até já cansa repetir que se devem comparar sistemas escolares, mas sem recorrer à cópia.
Temos mudado de "modelo a perseguir" com uma velocidade impressionante. Nos últimos anos, as redes sociais e boa parte da comunicação social têm feito eco da excelência do modelo finlandês. Será muito fácil e acertado alguém advogar a não cópia tendo em conta as diferenças idiossincráticas entre Portugal e a Finlândia. Aliás, são os mesmos argumentos que devem ser usados para, no mínimo, recomendar prudência às cópias em curso do modelo alemão.
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