Parece uma inevitabilidade: as sociedades avançam e provocam a destruição para que algum equilíbrio se estabeleça e para que o regresso ao zero renove a esperança.
O grau de corrupção é um sinal fundamental.
Se já sabemos que nos EUA e na Europa essa prática tem deitado tudo a perder e com a conivência de boa parte dos povos (é sempre assim nas tragédias), começamos a intuir que a China andou demasiado depressa como se evidencia na edição impressa do Público de hoje.
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