O Parlamento Europeu aprovou hoje, por larga maioria, a proposta que vai obrigar a que o presidente da Comissão seja eleito por todos os cidadãos, através da apresentação de listas, já em 2014.
Belisquei-me. A União Europeia vai abdicar da nomeação ou do voto colegial para a escolha do presidente da Comissão?
Bem, aquelas pessoas ensandeceram, radicalizaram ou estão a inspirar-se numa espécie de resistentes portugueses que mais pareciam os famosos habitantes da invencível Gália.
De uma coisa podem estar seguros: vão ter a resistência dos descomplexados competitivos portugueses e é bom que tenham decidido em Estrasburgo sem qualquer inspiração num dos bairros mais chiques da vida parisiense ou com consulta à CEO da FLAD. Não adianta fazerem perguntas ao actual MEC porque essa macro estrutura eliminou do pensamento assuntos mais dados ao radicalismo.
O cherne fugitivo é mais uma nódoa negra da História deste país. Incompetente e vaidoso, não passou de uma marionete nas mãos dos mais poderosos. Uma vergonha! Que se deixe ficar por lá, porque cá não faz falta alguma.
ResponderEliminarO cherne está podre e lança um cheiro fértido...
ResponderEliminarIsto é anedota ou é o princípio dos EUE (Estados Unidos da Europa), em que a união, em vez de fazer a força, faz a fraqueza... de espírito, pelo menos!?
ResponderEliminarO que me parece é que o Parlamento Europeu deve estar fartinho do "Cherne", querendo acautelar que, no futuro, não sejam eleitos presidentes da Comissão Europeia que nem se saiba bem como foram lá parar... a não ser que foram com a enorme motivação de quem deseja fugir às dificuldades e problemas no seu próprio terreno!
Gosto especialmente do móbil desta proposta:
"reforçar a legitimidade democrática, tanto do Parlamento como da Comissão Europeia, ligando as respetivas eleições à escolha dos eleitores".
Não há como reforçar uma coisa que não existe para torná-la um caso de sucesso!
De repente, pensei mesmo que era uma lapso.
ResponderEliminarEsta matéria não é mesmo nada fácil. Pensando nos EUA e na situação da Europa, parece um avanço.
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