Já são poucos os que não apontam a banca mais gananciosa como o epicentro da tragédia em curso. Joseph Stiglitz, prémio nobel, foi mesmo incisivo com o modelo de corrupção norte-americano e classificou o tempo actual como o da maior transferência de recursos financeiros das classes média e baixa para a alta.
Em países como Portugal, onde a pequena corrupção é apreciada como sinónimo de esperteza e facilita o despudor que já atingiu há muito o sistema escolar com condenação judicial incontestada no ensino superior - no não superior aguardam-se os resultados dos processos em curso -, não admira a notícia que o Público impresso trouxe para a primeira página de hoje.
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