É recorrente e inevitável: os milhares de milhões de euros da fraude BPN (mas há mais, do BCP a outros bancos e passando por regiões e autarquias) não podem ficar "arrumados" numa qualquer gaveta.
É interessante o texto de Rui Tavares, hoje na impressa do Público. E já começam a ser sei lá o quê as classificações de esquerdista radical e populista. É bom ir ver o que se defendia sobre a dívida há um ou dois anos ou ir mais longe e ver quem subscreveria nos tempos que correm os discursos de Olof Palme ou Willy Brandt.
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