Arendt considerava que a crise geral que se vivia no mundo moderno, em meados do século XX, abrangia os variados domínios da vida humana e eclodia nos diversos países, com saliência para Estados Unidos da América.
Uma das componentes mais críticas centrava-se na crise periódica da educação, que se tinha transformado num problema político central com repercussões diárias no mundo dos jornais, e sublinhou que “(...) uma crise na educação suscitaria sempre graves problemas mesmo se não fosse, como no caso presente, o reflexo de uma crise muito mais geral e da instabilidade da sociedade moderna.(...)”.
Arendt, H. (2006:195).
Entre o passado e o futuro. Oito exercícios sobre o pensamento político.
Lisboa: Relógio D´Água.
E quanto tempo pode durar uma "crise periódica", ou melhor, o período???
ResponderEliminarÉ que este período de crise na Educação em Portugal está a torná-la anémica, de tão prolongado que se afigura! Será que não afectará o funcionamento dos órgãos vitais, de forma irreversível, por falta de oxigenação, por exemplo?!
Concordo Ana.
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