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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Da crise da escola

 


 


 


 


Arendt considerava que a crise geral que se vivia no mundo moderno, em meados do século XX, abrangia os variados domínios da vida humana e eclodia nos diversos países, com saliência para Estados Unidos da América. Uma das componentes mais críticas centrava-se na crise periódica da educação, que se tinha transformado num problema político central com repercussões diárias no mundo dos jornais, e sublinhou que “(...)uma crise na educação suscitaria sempre graves problemas mesmo se não fosse, como no caso presente, o reflexo de uma crise muito mais geral e da instabilidade da sociedade moderna.(...)”.


 


Arendt, H. (2006:195).


Entre o passado e o futuro.


Oito exercícios sobre o pensamento político.


Lisboa: Relógio D´Água.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

crise periódica?

 


 


 


 



Arendt considerava que a crise geral que se vivia no mundo moderno, em meados do século XX, abrangia os variados domínios da vida humana e eclodia nos diversos países, com saliência para Estados Unidos da América.


 


Uma das componentes mais críticas centrava-se na crise periódica da educação, que se tinha transformado num problema político central com repercussões diárias no mundo dos jornais, e sublinhou que “(...) uma crise na educação suscitaria sempre graves problemas mesmo se não fosse, como no caso presente, o reflexo de uma crise muito mais geral e da instabilidade da sociedade moderna.(...)”.


 


 


Arendt, H. (2006:195).


Entre o passado e o futuro. Oito exercícios sobre o pensamento político.


Lisboa: Relógio D´Água.




quinta-feira, 11 de outubro de 2012

 


 


 


 


 


Arendt considerava que a crise geral que se vivia no mundo moderno, em meados do século XX, abrangia os variados domínios da vida humana e eclodia nos diversos países, com saliência para Estados Unidos da América.


 


Uma das componentes mais críticas centrava-se na crise periódica da educação, que se tinha transformado num problema político central com repercussões diárias no mundo dos jornais, e sublinhou que “(...) uma crise na educação suscitaria sempre graves problemas mesmo se não fosse, como no caso presente, o reflexo de uma crise muito mais geral e da instabilidade da sociedade moderna.(...)”.


 


 


Arendt, H. (2006:195).


Entre o passado e o futuro. Oito exercícios sobre o pensamento político.


Lisboa: Relógio D´Água.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

a eterna crise

 


 


“O ensino tornou-se cada vez mais formal e administrativo e é muitas vezes concebido à maneira da indústria transformadora ou dos serviços, cujo objectivo é fornecer um produto. Daí resulta uma crise na sua organização”, são conclusões de Coleman e Husén(1990).