O valor das perguntas é insubstituível e temos a obrigação cívica de exercitar a memória. Até porque já cansa olhar para frisos de oportunistas que mais não fazem do que cavalgar a desgraça à espera de uma nova oportunidade.
A exemplo do 25 de Abril de 1974, perguntar onde estávamos, convictamente e com actos, em 2009 é determinante. Se somarmos as respostas, encontraremos explicações para a tragédia em curso e para as portas que se abriram a esta espécie de ultraliberais envergonhados; no sistema escolar também, já agora.
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