Francisco J. Viegas, ex-SE da cultura, preencheu a agenda mediática com um "que se lixem as facturas". Impressiona-me o desrespeito que demonstra por um conselho de ministros que frequentou durante dois anos. Lá sabe do que fala.
Francisco J. Viegas, ex-SE da cultura, preencheu a agenda mediática com um "que se lixem as facturas". Impressiona-me o desrespeito que demonstra por um conselho de ministros que frequentou durante dois anos. Lá sabe do que fala.
"Impressiona-me o desrespeito..."
ResponderEliminarNão podia estar mais de acordo! Lamentável.
Ontem à tarde, eu já tinha garotos da escola a comentar, entredentes e em risadinhas, se se dizia "tomar no..." ou "levar no..."
Não percebi nada, felizmente, nem acreditaria se me contassem, até ver na televisão, à noite.
A irreverência, sobretudo de figuras públicas, não pode descer tão baixo, sob pena de nos tornarmos um país em crise a todos os níveis.
Pode dizer-se dos dois modos (depende do gosto, presumo... há quem "beba chá" e quem "tome chá"). De resto, o acordo linguístico apenas contemplou (mal) a ortografia deixando de fora (muito mal) a sintaxe e a semântica...
ResponderEliminarConcordo com os dois: um bocadito de chá.
ResponderEliminar