A criação de um consenso nacional é fundamental para o nosso futuro colectivo.
Vitor Gaspar. 15.03.2013
Após um início de inspiração ultraliberal, vamos assistindo a uma desorientação programática com ingredientes impensáveis que se apoderaram do Governo neste momento de emergência nacional. É grave e triste, mas é assim. Grassa a irresponsabilidade e um imperdoável experimentalismo. O Governo fracassou absolutamente e não pode escudar-se na troika; gabou-se de estar para além disso.
Do estado de permanente campanha eleitoral de Portas até à organização administrativa do Estado supervisionada por Relvas e passando pela partilha do consultor António Borges ou pelo academismo estratosférico e laboratorial de Vitor Gaspar, o primeiro-ministro só pode apresentar a demissão. E nem vamos incluir no argumentário o BPN e afins ou os achamentos e atavismos de Nuno Crato e Moedas. Como sempre, as alternativas decorrerão do processo eleitoral; pelo menos até ver e é bom que não se esgote esse fundamental mecanismo democrático.
Parece que há consenso,diria mesmo,um largo consenso, para demitir o governo e mesmo o presidenteda república...
ResponderEliminarOs Portugueses têm que esquecer as "partidarites" e tomar o Poder, antes que seja tarde, pois já não há qualquer sombra de dúvida que os neoliberais nos querem assassinar a todos, com requintes de malvadez.
ResponderEliminarSeria uma dupla demissão :) um bocado pesado :)
ResponderEliminarVeremos o que se segue.
O PR já se demitiu. Há muito. Das suas obrigações...
ResponderEliminarConcordo Carlos.
ResponderEliminarDe facto, Paulo, deste PR apenas se pode contar que vá mandando umas bocas ou que apenas intervenha quando suspeita que alguém lhe está a perturbar a vidinha ou os seus poderzinhos inúteis.
ResponderEliminarNo tempo de Sócrates, foi o que se viu; agora, é o que se vê...
É um demitido não assumido...
Exacto. Um demitido não assumido:)
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