quinta-feira, 21 de março de 2013

passei pelo i online

 


 


 




E dei com Lurdes Rodrigues a afirmar o óbvio: não há professores a mais.




Mas por que será que um órgão de comunicação social se lembra de perguntar a uma ministra que iniciou a maior destruição da História da escola pública, e da profissionalidade dos professores, uma coisa destas?




Às tantas, terá alguma relação com a notícia do mesmo jornal, "Sócrates regressa ao écran nacional" (na RTP1 e por obra de um golpe de Relvas que divide o PS e faz valer os méritos de dominador de aparelhos), e com o reaprecimento do ex-CEO da Mota Engil numa espécie de comício.




Se o PS está a contar com a fraca memória em política, talvez se engane. O que se passou no sistema escolar foi demasiado grave para que uma esponja possa ser já utilizada e o justo argumento de que todos têm direito à participação política nem está a causa; obviamente. Embora, e nalguns casos, a confiança na justiça também não possa servir de argumento.










10 comentários:

  1. Será o Relvas um verdadeiro génio da zaragata?

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  2. Penso que as declarações de Maria de Lurdes Rodrigues são elucidativas sobre a falta de vergonha da classe política, tão corrosiva como a sua incompetência.
    Esta senhora estará aliviada por terem sido outros a finalizar o trabalho que ela própria iniciou e pretende agora tirar dividendos de uma eventual amnésia dos portugueses, menosprezando as repercussões negativas que ficaram do seu reinado na Educação. Ou se trata de descaramento desmesurado ou de pura ingenuidade, sendo que, na idade desta senhora, ingenuidade é sinónimo de estupidez.

    Sobre o regresso de Sócrates ao écran nacional, infelizmente, não espanta nada, sobretudo num país em que nenhum dos casos judiciários públicos e mediáticos, nem nenhuma crime de corrupção, abuso de poder e outras patranhas afins transita em julgado, com os condenados a cumprir as respetivas penas. Logo, esta personagem, que nem formalmente acusada foi, ainda há-de ser condecorada com uma grã cruz de uma ordem qualquer, num dia deste Portugal vergonhoso.

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  3. Peço desculpa pelas gralhas, mas foi escrito a "correr". Corrigido.

    Concordo Carlos: tudo se relaciona. Embora, haja muita "fome" misturada com vontade de comer. E nem sei se isso é combinado.

    O Relvas terá alguns méritos para ter o poder que exibe. Parece ter muita gente na mão; só pode ser.

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  4. Paulo, se me permites, que importância têm as gralhas comparando com os "lapsos" diários desta gente que nos corroi e destroi a paciência e a dignidade?

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  5. paulo guilherme trilho prudêncio21 de março de 2013 às 14:41

    Claro Carlos. É apenas o respeito que me merece quem passa por aqui :)

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  6. Que bom seria se o pudor estivesse universalmente distribuído...

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