Aprendemos a poupar, sabemos que para termos umas coisas temos de prescindir doutras e por aí fora. A maioria das famílias portuguesas conhece essa realidade.
O problema actual é diferente. As classes média e baixa vão sendo depauperadas financeiramente e se se perguntar a alguém se confia na transparência dos cortes serão muito poucos os que dizem que sim. Talvez uns quantos veneradores da alta corrupção confiem na bondade da austeridade em curso, vá lá saber-se porquê, mas a explicação deve ficar para os psicanalistas.
As notícias como a que vai ler a seguir até podem envolver um qualquer maquiavelismo com a intenção de minar os alicerces do Estado de direito.
Contudo, vai-se evidenciando o que há muito se sabia: a desregulação ultraliberal actuou em diversas frentes e o arco do poder parece estar completamente contaminado pela tragédia.
Finanças investigam financiamentos de alto risco nas empresas públicas
"(...)Está em curso auditoria às entidades que fizeram contratos de cobertura de risco de empréstimos, acumulando perdas potenciais de três mil milhões de euros.(...)".
Sem comentários:
Enviar um comentário