Quem escreveu que foram despedidos mais de 10 mil professores no verão de 2012 foi rotulado de esquerdista radical, sensacionalista e outras coisas do género.
O International Herald Tribune, a versão global do New York Times, vê a assim a Educação na anlálise ao que sobra de Portugal após a austeridade:
"(...)Educação comprometida
A educação é o tema subsidiário em que o artigo do IHT se detém para avaliar o estado da economia portuguesa. O despedimento de 15 mil professores, cortes nos orçamentos das instituições que reinstituíram os valores de 2001, e ausência de investimento em remodelação asfixiam, de acordo com os entrevistas, o ensino presente e comprometem a continuação da melhoria do sistema de ensino, identificado como um dos mais fracos da Europa.
Os entrevistados citados pelo IHT acusam o FMI de fazer cálculos errados e de só se interessar por um ponto de vista economicista, esquecendo as vidas das pessoas afetadas pelas medidas de austeridade.(...)"
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