Estão patentes nesta notícia as ideias da actual maioria para a carreira dos professores. Começam nas PPP´s escolares, mais conhecidas por cooperativas de ensino (como nas outras ppp´s, há também as respeitáveis), e só ainda não alargaram o modelo às actuais escolas do Estado porque a privatização de lucros tem sido denunciada através da coragem de alguns professores.
Para os professores das cooperativas de ensino a componente lectiva passará das 22 a 25 horas para 30 a 33 e os salários sofrerão cortes acima dos 30%. O topo da carreira nas escolas cooperativas é remunerado em 3000 euros brutos e passará para 1900 euros.
Leia a notícia da edição impressa do Público de hoje.
Os professores que abram os olhos.
ResponderEliminarOs professores do privado vão fazer greve...
ResponderEliminarE os adeptos das privadas que são professores nas públicas convencidos que isto não é nada com eles?
ResponderEliminarEles não mexem nestes grupos. Há milhentas chafaricas só para colocação de pessoal político, que os governos não têm coragem de enfrentar. Qualquer político do arco da governação entende que tem de arranjar um lugar para os seus, mesmo para os inimigos internos porque nunca se sabe o futuro. Uma corja.
ResponderEliminarEspera-se.
ResponderEliminarNão é má ideia.
ResponderEliminarEnfim, não é.
ResponderEliminarEnfim, não é.
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