terça-feira, 21 de maio de 2013

do tal denominador comum

 


 


 


 


É mais do que natural que as organizações ligadas ao ensino apoiem (até a FNE já decidiu assim) as acções de luta em defesa da escola pública, da qualidade do ensino e da empregabilidade dos professores.


 


As greves que se avizinham são acções radicais, mas justas. Parece que vão envolver, naturalmente, todos os sindicatos da função pública. Espera-se, como refere aqui o Paulo Guinote, que as organizações de encarregados de educação e de dirigentes escolares se associem a esta vaga de contestação.


 


Mais alunos nas turmas, supressão de disciplinas e de horas curriculares e modelo de gestão escolar que "amontoa" escolas, são variáveis que provocaram horários zero entre os professores, que baixaram a qualidade do ensino e que aumentaram o abandono escolar principalmente se se considerar a escolaridade obrigatória de 12 anos. Era evidente que aconteceria tudo isso e o principal objectivo governamental desagua numa intolerável proposta de mobilidade especial. É uma hora decisiva e ninguém poderá dizer que não foi avisado.

19 comentários:

  1. A coisa promete mas se a FNE está autorizada é porque lhes prometeram que o governo ou vai ceder ou cair.

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  2. A FNE aderiu como diz no início. Bora lá pessoal.

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  3. Vamos ver. Espera-se o apoio, e o compromisso, já agora, de mais organizações.

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  4. Melhor que as melhores expectativas...

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  5. Estes tipos da FNE andam armados em palerminhas ao querem fazer greves conjuntas, é só para se fazerem notar, mais nada. Será que eles têm associados?

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  6. A posição oficial da FNE

    "A Federação Nacional da Educação (FNE) pondera aderir à greve geral de professores marcada para 17 de Junho, primeiro dia dos exames nacionais do ensino secundário.
    A decisão da FNE consta de uma resolução hoje aprovada em reunião, tendo a estrutura sindical feito depender a sua adesão ao protesto das negociações com o Ministério da Educação e Ciência, marcadas para esta semana.

    Na resolução, a estrutura sindical refere que pondera ainda fazer greve ao serviço de avaliações nos dias 11, 12, 13 e 14 de Junho, tendo decidido aderir à manifestação nacional marcada para 15 do mesmo mês.

    A FNE adiantou que a mobilidade especial e o aumento da carga lectiva são os motivos para uma possível adesão à greve.

    A resolução foi aprovada, por unanimidade e aclamação, pelo secretariado nacional da FNE, que hoje se reuniu em Lisboa, na sede da UGT, central sindical à qual a Federação Nacional de Educação está afecta.

    A FNE advoga que o regime de mobilidade especial levará ao despedimento de professores, invocando que não há docentes excedentários.

    "Os professores que temos nos quadros não chegam", sustentou o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva, numa declaração à imprensa, após a reunião do secretariado nacional.

    A FNE pede uma "declaração formal e consistente" do ministro da Educação, Nuno Crato, de que não vai haver nenhum professor colocado na mobilidade especial.

    No texto da resolução, a Federação Nacional de Educação considera ainda que "é inteiramente inaceitável e reprovável" o aumento do horário laboral dos professores, e pede o "reconhecimento do especial desgaste que a profissão provoca", e que entende ser violado com a eliminação da redução da carga lectiva prevista no Estatuto da Carreira Docente.

    "O Governo tem que se empenhar em preservar a palavra", vincou João Dias da Silva, afirmando a disponibilidade da FNE para "apresentar contra propostas" no processo negocial com o Ministério da Educação e Ciência.

    As greves, às quais a FNE decidiu aderir, caso o Governo não ceda às suas reivindicações, já tinham sido agendadas, na semana passada, pela Federação Nacional de Professores (Fenprof, afecta à CGTP) e por mais sete sindicatos."

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  7. O pessoal da FNE é só fumaça. Nunca sabem nada. Serão um sindicato?

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  8. Obrigado APre. É hora de união Rute, parece-me.

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  9. Realmente "ninguém pode dizer que não foi avisado". Há ainda os que acham que é melhor andarmos como "carneirinhos" à espera que os do costume se cheguem à frente.

    Os que não são considerados pelo patrões não se devem ficar. Se os professores "os tivessem mais no sítio" nada disto tinha acontecido.

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  10. Os professores "lutadores" evaporaram-se do meu fórum. Falou-se em lutas a sério e é só assobios para o lado.

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  11. Só a instituição Maria de Lurdes Rodrigues foge ao consenso no apoio à greve. A defensora da Escola Pública apressou-se a explicar ao governo como se pode proteger dos malfeitores professores. A sinistra na sua melhor perseguição aos professores.

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  12. E se não foi logo no mesmo dia foi no seguinte. Gostava de perceber o que é que a senhora propõe que se faça.

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