É mais do que natural que as organizações ligadas ao ensino apoiem (até a FNE já decidiu assim) as acções de luta em defesa da escola pública, da qualidade do ensino e da empregabilidade dos professores.
As greves que se avizinham são acções radicais, mas justas. Parece que vão envolver, naturalmente, todos os sindicatos da função pública. Espera-se, como refere aqui o Paulo Guinote, que as organizações de encarregados de educação e de dirigentes escolares se associem a esta vaga de contestação.
Mais alunos nas turmas, supressão de disciplinas e de horas curriculares e modelo de gestão escolar que "amontoa" escolas, são variáveis que provocaram horários zero entre os professores, que baixaram a qualidade do ensino e que aumentaram o abandono escolar principalmente se se considerar a escolaridade obrigatória de 12 anos. Era evidente que aconteceria tudo isso e o principal objectivo governamental desagua numa intolerável proposta de mobilidade especial. É uma hora decisiva e ninguém poderá dizer que não foi avisado.
A coisa promete mas se a FNE está autorizada é porque lhes prometeram que o governo ou vai ceder ou cair.
ResponderEliminarA FNE aderiu como diz no início. Bora lá pessoal.
ResponderEliminarVamos ver. Espera-se o apoio, e o compromisso, já agora, de mais organizações.
ResponderEliminarÉ melhor assim, sem dúvida.
ResponderEliminarMelhor que as melhores expectativas...
ResponderEliminarEstes tipos da FNE andam armados em palerminhas ao querem fazer greves conjuntas, é só para se fazerem notar, mais nada. Será que eles têm associados?
ResponderEliminarA posição oficial da FNE
ResponderEliminar"A Federação Nacional da Educação (FNE) pondera aderir à greve geral de professores marcada para 17 de Junho, primeiro dia dos exames nacionais do ensino secundário.
A decisão da FNE consta de uma resolução hoje aprovada em reunião, tendo a estrutura sindical feito depender a sua adesão ao protesto das negociações com o Ministério da Educação e Ciência, marcadas para esta semana.
Na resolução, a estrutura sindical refere que pondera ainda fazer greve ao serviço de avaliações nos dias 11, 12, 13 e 14 de Junho, tendo decidido aderir à manifestação nacional marcada para 15 do mesmo mês.
A FNE adiantou que a mobilidade especial e o aumento da carga lectiva são os motivos para uma possível adesão à greve.
A resolução foi aprovada, por unanimidade e aclamação, pelo secretariado nacional da FNE, que hoje se reuniu em Lisboa, na sede da UGT, central sindical à qual a Federação Nacional de Educação está afecta.
A FNE advoga que o regime de mobilidade especial levará ao despedimento de professores, invocando que não há docentes excedentários.
"Os professores que temos nos quadros não chegam", sustentou o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva, numa declaração à imprensa, após a reunião do secretariado nacional.
A FNE pede uma "declaração formal e consistente" do ministro da Educação, Nuno Crato, de que não vai haver nenhum professor colocado na mobilidade especial.
No texto da resolução, a Federação Nacional de Educação considera ainda que "é inteiramente inaceitável e reprovável" o aumento do horário laboral dos professores, e pede o "reconhecimento do especial desgaste que a profissão provoca", e que entende ser violado com a eliminação da redução da carga lectiva prevista no Estatuto da Carreira Docente.
"O Governo tem que se empenhar em preservar a palavra", vincou João Dias da Silva, afirmando a disponibilidade da FNE para "apresentar contra propostas" no processo negocial com o Ministério da Educação e Ciência.
As greves, às quais a FNE decidiu aderir, caso o Governo não ceda às suas reivindicações, já tinham sido agendadas, na semana passada, pela Federação Nacional de Professores (Fenprof, afecta à CGTP) e por mais sete sindicatos."
O pessoal da FNE é só fumaça. Nunca sabem nada. Serão um sindicato?
ResponderEliminarVamos vendo.
ResponderEliminarÉ hora de união, parece-me.
ResponderEliminarObrigado APre. É hora de união Rute, parece-me.
ResponderEliminarE a Pró-Ordem?
ResponderEliminarRealmente "ninguém pode dizer que não foi avisado". Há ainda os que acham que é melhor andarmos como "carneirinhos" à espera que os do costume se cheguem à frente.
ResponderEliminarOs que não são considerados pelo patrões não se devem ficar. Se os professores "os tivessem mais no sítio" nada disto tinha acontecido.
Os professores "lutadores" evaporaram-se do meu fórum. Falou-se em lutas a sério e é só assobios para o lado.
ResponderEliminarSó a instituição Maria de Lurdes Rodrigues foge ao consenso no apoio à greve. A defensora da Escola Pública apressou-se a explicar ao governo como se pode proteger dos malfeitores professores. A sinistra na sua melhor perseguição aos professores.
ResponderEliminarTem informação no site respectivo.
ResponderEliminarOlhemos em frente, se me permite Ana.
ResponderEliminar:) :)
ResponderEliminarE se não foi logo no mesmo dia foi no seguinte. Gostava de perceber o que é que a senhora propõe que se faça.
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