domingo, 12 de maio de 2013

o último insuspeito

 


 


 


 


Quando Vasco Pulido Valente escreve a crónica que pode ler a seguir, é porque o Governo do Estado mínimo, e da veneração à Alemanha de Shãuble, está fora de prazo.




E não é que até o governante Paulo Portas, que me parece que é o mais considerado pelo cronista, ficou hoje, pela enésima vez, numa posição insustentável.




Depois de um rol impensável de críticas vindas da direita, este testamento de Pulido Valente tem tanto de inesperado como de insuspeito.















13 comentários:

  1. O Portas não passa disto, foi isto a vida toda... é preciso ser muito burro para ir na conversa deste fala-barato politico profissional dos submarinos e das feiras e o diabo a quatro...

    ResponderEliminar

  2. O Portas alimenta-se disto. É o tipo que quando está na oposição é "o grande politico que defende os interesses do povo honesto e ordeiro que trabalha" e no poder mete-se na defesa ou nos negócios estrangeiros. Comer, viajar, realizar negócios ruinosos, golpes de teatro para ficar bem na fotografia e dar a volta aos que não têm dois dedos de testa para ver que este político é um "gigolo" que anda a promover-se e a pavonear-se. O Portas está refém do caso dos submarinos. A laranjada sabe onde ele andou a meter as manápulas. As escutas apanharam o Abel Pinheiro e a Celeste Cardona com esta a dizer "Ó Abel, diga ao Paulo que talvez seja melhor candidatar-se a deputado pois pode vir a precisar da imunidade. O CDS e ele estão a ser investigados por causa das latas"

    ResponderEliminar
  3. É o total descrédito dos comentadores do PS e do PSD que elevaram Paulo Portas como divergente do Governo. O martelo até lhe chamou profissional em contraposição ao amador Coelho à caçador.

    ResponderEliminar
  4. Se esta bailarina do Paulo Portas fez a birrinha que se sabe para se agarrar ao Jaguar da Moderna, imaginem o que não fará por um Falcon. VENDE A MÃE NUMA BOA.

    ResponderEliminar
  5. O Portas não sabe fazer outra coisa senão procurar a ribalta política. Jamais poria em risco os seus dias de glória no Governo, sabendo de antemão que, se a coligação se desfizer, ele submergirá por muitas milhas, e nem uns beijinhos às feirantes permitirão o seu periscópio vislumbrar qualquer sucesso nas próximas eleições.
    Não tarda está aí a debitar o interesse nacional que defendeu ao viabilizar a conclusão da 7ª avaliação da Troika e a vinda da tranche de dinheirinho tão importante para atenuar o "cisma grisalho".
    "Esta é a fronteira que não posso deixar passar", disse ele recentemente, referindo-se na realidade à sua navegação para águas geladas que pusessem em risco a sua sobrevivência no executivo.

    ResponderEliminar
  6. Portas traiu os reformados. Ainda hoje uma dirigente do APre o elogiou no Público. A pergunta que se impõe é simples: como é que continuam a confiar neste indivíduo?

    ResponderEliminar
  7. Querem apostar que o PS ainda vai bater palmas à inclusão desse fenómeno da acrobacia que se chama Portas?

    ResponderEliminar
  8. É seguro que assim seja.

    ResponderEliminar