Leio críticas devastadoras às políticas em curso no sistema escolar. Os professores, e as suas organizações, têm feito greves e manifestações com resultados pouco significativos. Se endurecem as formas de luta, os tais críticos aparecem de imediato a acusar os lutadores de radicalização. Foi hoje o caso de Maria de Lurdes Rodrigues.
A questão que se coloca é simples: que formas de luta é que os críticos devastadores propõem? Imolação por fogo de uns quantos professores?
Encontrei no facebook de Francisco Teixeira, da Escola Secundária Francisco de Holanda em Guimarães, uma interessante conclusão:
"E lá voltam os fantasmas do passado, cavaleiros sem cabeça, a lembrar-nos porque é que o PS perdeu as últimas eleições e porque é que assim abriu espaço a estes trastes.
Se servir para acirrar os ânimos, aparece mais vezes MLR."
A sinistra no seu melhor.
ResponderEliminarBem lá no fundo onde está a diferença desta gente dita "socialista" para com os vigários do PSD+CDS!!???
ResponderEliminarE os professores serem laboralmente desprezados, tratados a baixo de tudo na sua honra e direito profissionais?
A democracia é, por natureza, um terreno de interesses conflituantes reconhecidos por vontade geral.
Todas as greves têm legais inconvenientes... senão que greve era esta???
Mas por que é que esta bruxa não se cala?
ResponderEliminarAi a memória, realmente.
ResponderEliminarÉ espantoso Paulo.
ResponderEliminarÉ MLR a dar lições e o Sócrates para Presidente da Comissão Europeia. Convenhamos que pior que D. Barroso é difícil...
ResponderEliminarBem lá no fundo onde está a diferença desta gente dita "socialista" para com os vigários do PSD+CDS!!???
ResponderEliminarPois... mas a malta (professores) foi a correr a votar no psd e cds! Por que é que terá sido se eles são iguais?!!!
Nem todos.
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