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domingo, 21 de julho de 2024

O "Reconhecimento de Padrões" e as limitações da denominada Inteligência Artificial

A culpa não é do algoritmo: "Facebook bloqueia pesquisa da CP – Comboios de Portugal por associação a pornografia infantil". Ou seja, o "Reconhecimento de Padrões" tem óbvias limitações. "cp" será muito mais pesquisada  - ser esta "cp" é que não deixa de ser aterrrador - do que a nossa CP dos comboios e dá nisto.

terça-feira, 10 de outubro de 2023

10 livros - escolhas

Escolher livros é uma boa navegação. Até porque o livro, esse companheiro da deslumbrante viagem que é ter vida, é a arte maior do imaginário. 

Aceitei o desafio, em 19 de Maio de 2022, do José Luiz Sarmento Ferreira. 

Publicar no Facebook, um por dia e sem comentários, as capas de dez livros que me tenham marcado. Faço-o também para o homenagear como autor de um dos mais interessantes blogues que me foi dado ler: "As minhas leituras". 

Fotografei as capas ao ritmo da memória (nas obras com vários volumes, registei apenas a do 1º).

 

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sexta-feira, 1 de setembro de 2023

"Testemunho de um professor que decidiu deixar a escola" - João Sá no Facebook


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"Fui professor durante 20 anos, em contínuo. Professor do quadro desde 2006. Terminadas ontem as férias, hoje seria dia de voltar ao trabalho, na escola. Mas assim não será. Optei por sair, em licença sem vencimento, e iniciar um novo ciclo da minha vida profissional. A decisão não foi tomada por impulso, antes reflectida e ponderada, sem pressas, assegurando os aspectos legais e burocráticos necessários.


O sistema de educação, as escolas, mas principalmente os alunos e as alunas que nelas vivem e aprendem, precisam de professores entusiasmados, dedicados e empenhados, alegres, com vontade de ensinar e de aprender, de ajudar a aprender mais e melhor. E aqui reside, ou é onde se revela, boa parte do problema.


Com desencanto crescente e grande apreensão sobre o que isso representa para uma geração, para o futuro e para a sociedade em que vivemos, tenho vindo a observar, ao longo dos últimos anos, que esses professores e essas professoras estão cada vez menos assim, na escola. Os melhores professores e professoras - e são muitos/as - são-no cada vez mais em isolamento, orientando as suas energias para o mais importante, mas sempre expostos ao sistema e às suas consequências, sem conseguir ficar imunes ao que explícita e implicitamente lhes é imposto, fechando-se cada vez mais, procurando proteger-se de um ambiente que se lhes tornou hostil. Não queria e não quero tornar-me nesse professor. Desistir não é opção, assim como é loucura lutar contra moinhos de vento. A escola e a educação são importantes de mais para a construção e uma sociedade saudável, solidária, equilibrada, justa e que prepare para um mundo em mudança. É urgente cuidar da escola e da educação, mas não se pense que tal é responsabilidade ou tarefa que caiba, em primeira linha, aos bons professores. Estas são algumas das vítimas! A causa do problema tem outras raízes, parte delas bem identificadas. Será nessas que urge intervir. É uma questão de cidadania, de saúde democrática e, até, civilizacional. Como pai e como cidadão, continuarei atento, a aprender e intervir.


A questão está longe de ser pessoal. Cada um de nós é apenas um grão de areia. No entanto, coincidências acontecem e, esta semana, recebi comunicação do resultado da minha avaliação de desempenho, que solicitei no ano passado, incluindo aulas assistidas, mesmo sem dela necessitar. Obtive 10,0 em todos os parâmetros (numa escala de 0 a 10). Apesar disso, a classificaçao atribuída não foi de "Excelente", ao que teria direito, nem de "Muito Bom", antes de "Bom", devido a alegado critério de desempate por graduação profissional! Este é tão só mais um "detalhe" das perversidades que se vivem, hoje, nas escolas e no sistema de educação.








 

João Sá.


quarta-feira, 5 de abril de 2023

terça-feira, 11 de outubro de 2022

Escolher 10 Livros

Escolher livros é uma boa navegação. Até porque o livro, esse companheiro da deslumbrante viagem que é ter vida, é a arte maior do imaginário. 

Aceitei o desafio doJosé Luiz Sarmento Ferreira. Publicar no Facebook, um por dia e sem comentários, as capas de dez livros que me tenham marcado. Faço-o também para o homenagear como autor de um dos mais interessantes blogues que me foi dado ler: "As minhas leituras". 

Fotografei as capas ao ritmo da memória (nas obras com vários volumes, registei apenas a do 1º). Como fica tudo num dia e numa publicação, creditei-me com mais cinco livros e menos cinco desafiados. 
Desafio outro blogger que gosto muito de ler: Paulo Guinote.

Retribuo os desafios que me foram feitos para os álbuns musicais: desta vez, dez livros em dez dias: Nicolau Borges, Filipe Furtado, David Amaral e João Lopes de Matos.


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sexta-feira, 26 de junho de 2020

Das Actas e do Escolar

As actas escolares não são apenas insensatas no acto de registo: é também nos procedimentos preparatórios e nos conceitos subjacentes que mergulham em sistemas de informação com processos muito insuficientes de análise e programação. É muito interessante o texto sobre actas que encontrei no facebook de Luís Sottomaior Braga.



"As atas são um dos passatempos nacionais. A obsessão detalhista doentia resulta, em muitos casos, de muito frágil conhecimento do direito aplicável e duma razoável falta de senso. E não falemos do absurdo de serem em papel, por ninguém ainda ter percebido o que é uma assinatura digital. Eu costumo brincar e dizer: fui secretário da mesa de uma Misericórdia. Em 6 anos de funções, fiz atas de vários concursos públicos, com valores acima dos 500 mil. As atas foram sempre menores que atas escolares, que, muitas vezes, nem contêm decisões, o que é a negação do conceito. A leitura sumária das leis mais focadas na educação leva a esquecerem-se regras gerais, que não estão revogadas no ministério da educação, e a que arbitrariamente se inventem regras por apetite. Por exemplo, trancar as linhas de atas escritas num computador ou escrever números por extenso, ao lado dos algarismos. Era assim no tempo das atas manuscritas, mas já não estamos nesse tempo. Arbitrário porque não fundado. Mesmo o ciber dúvidas fraqueja a esclarecer (por exemplo na questão dos algarismos), mas indicia a arbitrariedade. Este ano, se me obrigarem a trancar atas, vou trancar, porque sou obediente, mas vou pedir o fundamento legal. Não há. Até há uma norma do CPA sobre desburocratização, que merecia ser revisitada (ou conhecida). Como eu digo nestas coisas: a resposta a burocracias ocas é burocrata e meio esclarecido. A desburocratização são pequenos passos. #burocracias #atas #escolas #professores #educação"


domingo, 10 de maio de 2020

10 Álbuns de Música no Facebook

Escolher dez álbuns de música é uma boa viagem pela globalidade da memória. Desafiado pelos meus caros amigos Nicolau Borges, Filipe Furtado, David Amaral e Joao Lopes de Matos, aqui ficam as respectivas capas que publiquei no facebook.


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sábado, 28 de setembro de 2019

"A Propósito Do Aquecimento Global"

 


De António Galopim de Carvalho:



"A PROPÓSITO DO AQUECIMENTO GLOBAL.


No momento presente, em que anda muita gente a “dizer coisas”, sobre o aquecimento do planeta o degelo dos glaciares e a subida do nível do mar, em que uns agridem, outros defendem a jovem sueca Greta Thunberg, a verdade, goste-se ou não, ela é o rosto de um movimento, estou em crer imparável, que já mobilizou os adolescentes (e não só) à escala mundial.
A começar, devo dizer que poio e acredito em toda esta dinâmica de juventude à escala mundial, desejando que ela envolva igualmente a luta bem mais necessária e urgente contra a destruição das florestas, a poluição do ar, das águas marinhas e fluviais, dos solos e a destruição galopante dos recursos naturais. Se quisermos reflectir, séria e profundamente, nesta mais do que real ameaça global, a sociedade dita de desenvolvimento vai ter, a partir de agora, de se mentalizar para, a curto prazo, mudar a forma de consumir, de agredir e de conspurcar a Natureza, em suma, a forma de viver.





Relativamente a este processo, que se me afigura demasiadamente politizado, é minha convicção que a actividade antrópica, com influência no clima, não se sobrepõe, em especial, às do Sol e do vulcanismo. Penso pois que, mesmo sem a poluição atmosférica, da nossa responsabilidade, nomeadamente a relativa às emissões de dióxido de carbono e outros gases com efeito de estufa (que existe e é um facto comprovado), o Planeta irá aquecer nos próximos milhares de anos e registar fenómenos atmosféricos como os que nos tem vindo a mostrar (chuvadas e cheias catastróficas, furacões, tornados e outros), associados a inevitável subida do nível do mar.


Vale, pois, a pena reflectir sobre o que tem sido o sobe e desce da temperatura do planeta, à escala global, e o consequente sobe e desce do nível geral da superfície do mar nos derradeiros milhares de anos. Nos últimos dois milhões de anos da história da Terra foram registadas seis grandes glaciações intercaladas por períodos de aquecimento global, ditos interglaciários, no pico dos quais os níveis do mar subiram muito acima do nível actual. A mais recente destas seis glaciações, ocorrida entre há 80 000 e 10 000 anos, conhecida por Wurm, na Europa, e por Wisconsin, na América do Norte, não será certamente a última, e nós estamos a viver um período de aquecimento interglaciário, entre esta e a previsível próxima glaciação, daqui a uns bons milhares de anos. Assim sendo, com ou sem gases com efeito de estufa de origem antrópica, libertados para a atmosfera, a temperatura global vai elevar-se e, em consequência do inevitável degelo, o nível do mar vai subir e muito
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Há cerca de 18 000 mil anos, no Paleolítico, já as mais antigas gravuras rupestres se disseminavam pelas paredes rochosas do Vale do Côa, atingia-se o máximo de rigor e de extensão da última glaciação do Quaternário, a atrás referida Würm. Restringindo-nos ao hemisfério Norte, a calote glaciária em torno do Pólo, espessa de dois a três milhares de metros, alastrava até latitudes que, na Europa, atingiam o norte da Alemanha, deixando toda a Escandinávia submersa numa imensa capa de gelo, capa que cobria igualmente grande parte da Sibéria, todo o Canadá e a Gronelândia. No Pólo Sul a respectiva calote extravasou, e muito, os limites do continente antárctico, alastrando sobre o oceano em redor e cobrindo a parte meridional da América do Sul.
No Atlântico Norte, a frente polar, ou seja, o encontro entre as águas polares, com icebergs à deriva, e as águas temperadas, situava-se à latitude da nossa costa norte, entre Aveiro e o Porto. O nível do mar estaria, ao tempo, uns 140 metros abaixo do actual, pondo a descoberto uma vasta superfície, hoje submersa, levemente inclinada para o largo e que corresponde à actual plataforma continental. Da linha de costa de então descia-se rapidamente para os grandes fundos oceânicos, com 4 a 5 mil metros de profundidade. A temperatura média das nossas águas rondaria, então, os 4ºC.
As Serras da Estrela e de Gerês, à semelhança de outras montanhas no país vizinho, tinham os cimos permanentemente cobertos de gelo, desenvolvendo processos de erosão próprios dessa situação climática, cujos efeitos ainda se podem observar em importantes testemunhos, com destaque para o vale glaciário do Zêzere.
relevos menos proeminentes, mais a sul e menos afastados do litoral como, por exemplo, as serras calcárias do Sicó, Aires, Candeeiros e Montejunto, encontram-se ainda, da mesma época, vestígios bem conservados e evidentes de acções periglaciárias. Desses vestígios sobressaem certas coberturas de cascalheiras soltas, brechóides, sem matriz argilosa, essencialmente formadas por fragmentos de calcário muito achatados e angulosos, em virtude da sua fracturação pelo frio, que deslizaram ao longo das vertentes geladas, destituídas de vegetação e de solo, e se acumularam na base desses declives. A conhecida pincha de Minde teve a sua origem nesta altura e através deste processo.


A partir de então verificou-se uma importante melhoria climática e consequente degelo. A temperatura sofreu uma elevação gradual e as grandes calotes geladas começaram a fundir e a retrair-se, debitando nos oceanos toda a imensa água até então aprisionada. Em consequência, o nível geral das águas iniciou a última grande subida e mais uma invasão das terras pelo mar, conhecida por transgressão flandriana. Praticamente, todos os rios portugueses, do Minho ao Guadiana, terminam em estuários, que não são mais do que vales fluviais escavados durante esta última glaciação e posteriormente invadidos pelo mar, no decurso desta transgressão.
Pelos estudos realizados na nossa plataforma continental sabemos que, há uns 12 000 anos atrás e na continuação do degelo global, o nível do mar coincidia com uma linha aí bem marcada, à profundidade de 40 metros. Uns mil anos mais tarde, a tendência geral de aquecimento generalizado foi perturbada por uma crise de arrefecimento à escala mundial.


Uma explicação para esta interrupção, relativamente brusca, no processo de aquecimento global que se vinha a verificar há alguns milhares de anos, pode encontrar-se na presunção de que, durante a glaciação, se formaram lagos enormíssimos no continente norte-americano, mantidos por grandes barreiras de gelo, que teriam recebido águas de cerca de oito mil anos de degelo nessa área da calote gelada. Admite-se que, tendo descongelado as barreiras que sustinham esses lagos, toda a água doce aprisionada desaguou no Atlântico Norte, desencadeando a brusca congelação da superfície do mar e a consequente mudança climática com reflexos à escala global. Saiba-se que água doce congela a uma temperatura mais elevada do que a água salgada do mar.


Na sequência, os glaciares não só interromperam o degelo, como reinvadiram as áreas entretanto postas a descoberto. Em resultado desta nova retenção das águas, o nível do mar desceu de um valor estimado em 20 metros e assim permaneceu durante cerca de mil anos. A frente polar, que recuara até latitudes mais setentrionais, avançou de novo e atingiu o paralelo da Galiza, pelo que as temperaturas das nossas águas voltaram a descer, rondando os 10ºC. No final deste episódio de inversão climática, a que se dá o nome de Dryas recente, há 10 000 anos, a transgressão retomou o seu curso. O clima tornou-se mais quente e mais chuvoso, entrando-se no que designamos por pós-glaciário. Há 6 a 7 mil anos, a temperatura média, na nossa latitude, atingia cerca de 3 ºC acima dos valores normais no presente. Foi o recomeço da subida generalizada do nível do mar, que se vinha a verificar desde o início do degelo, à razão de cerca de 2 cm por ano, em valor médio, embora a ritmo não constante e com algumas oscilações. Este episódio, conhecido por Óptimo Climático, coincidiu, em parte, com o Mesolítico português, estando bem exemplificado nos magníficos concheiros de Muge, no Ribatejo.


O nível marinho actual começou a ser atingido há cerca de 5000 anos, em pleno Megalítico ibérico, iniciando-se, então, o que é corrente referir como Período Climático Subatlântico, marcado por relativa humidade. A partir de então verificaram-se pequenas oscilações na temperatura, marcadas por moderadas e curtas crises de frio, com correspondentes recuos do mar, designados por Baixo Nível Romano, há 2000 anos, Baixo Nível Medievo, em plena Idade Média (séculos XIII e XIV) e Pequena Idade do Gelo, nos séculos XVI a XVIII, bem assinalada na Europa do Norte pelo congelamento de rios e lagos, situações relacionadas com a ocorrência de grandes cheias primaveris, resultantes do degelo nas montanhas, bem testemunhadas em pinturas da época. Posteriormente a esta crise de frio a temperatura do planeta subiu e vai, muito provavelmente continuar a subir, para os níveis actuais, mesmo sem a ajuda das emissões antropogénicas do agora tão falado dióxido de carbono e dos outros gases com efeito de estufa.


A tarefa não é fácil e, repetindo o que disse no início, se quisermos reflectir, séria e profundamente, nesta mais do que real ameaça global, a sociedade dita de desenvolvimento vai ter, a partir de agora, de se mentalizar para, a curto prazo, mudar a forma viver e de consumir, deixando de agredir e de conspurcar a Natureza."



sexta-feira, 10 de maio de 2019

"Vencer é ser Vencido"

 


 


Do facebook de José Maltez:


 



"Vencer é ser vencido. Os professores, na guerra da perceção, podem ter perdido nas sondagens, mas ganharam por dentro. O país perdeu, porque a educação levou mais uma machadada, por causa de uma campanha eleitoral, onde a demagogia de mobilização da classe média se volta sempre contra as profissões especializadas da função pública. O PS ganhou novos aliados nos opinadores, reforçado com os antigos apoiantes austeritários de Passos e Gaspar. A palavra dada entre os políticos não existe, flutua ao sabor do maquiavélico dos votos. Os capitaleiros venceram a província e continuam como grandes educadores do proletariado."


quinta-feira, 2 de maio de 2019

Alteração de procedimentos

 


 


 


Mensagem publicada no facebook:


Li com muito gosto todas as mensagens do meu aniversário, mas é "inviável" responder a cada uma. Na impossibilidade de pararmos o Tempo - o Tempo, sempre o Tempo, e nas três dimensões -, e como a idade nos torna mais proustianos, façamos dos "pequenos" gestos uma qualquer eternidade. Muito obrigado pela atenção, que é extensiva a quem usou outros meios para o efeito.



Nota: o facebook é muito interessante (embora também aconteça o que há muito se disse sobre os instrumentos científicos, “são todos válidos, mas dependem das cabeças que os utilizam”). Liguei o blogue ao facebook há 10 anos (4 de maio de 2009), com a preocupação dos procedimentos diários para os aniversariantes. Como mantenho o registo diário apenas no blogue, decidi, até para me concentrar mais nos posts e ficar com mais tempo para ler (esse exercício “radical” na voracidade que nos habita), encerrar a interessantíssima rubrica dos aniversários (para receber ou emitir). Um grande bem-haja a todos.


quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Feliz 2019

 


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Que umas boas festas antecipem um feliz 2019. Sabemos das nuvens na Europa e no mundo, mas o optimismo é um dever. Aliás, um blogue com quinze anos de publicações diárias impõe a conclusão: não existe a possibilidade de desistência nas ideias de mundo melhor e imperativo da escrita.


Tenho ficado mais pelo blogue. Por contenção de procedimentos, a presença no facebook é mais espaçada. Voltarei em 2019. Mas o mais importante, é que o próximo ano nos transporte para uma eternidade que se consolide na aventura de viver cada um dos dias.


Obrigado por passar por aqui. Tenha um bom Natal e um feliz 2019.

sábado, 22 de setembro de 2018

da blogosfera e das memórias

 


 


Quatro anos depois (e esta memória chegou-me pelo facebook), leio este recorte do DN e mais me convenço que a nossa sociedade educativa tem uma tendência para os movimentos circulares. Ou seja, andamos, andamos muito até, mas voltamos quase ao ponto de partida. A clássica blogosfera é um resgisto dessa evidência.


 


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