quarta-feira, 15 de maio de 2013

sinais dramáticos

 


 


 


 


 


 


Pode um homem destruir um país?




Os indicadores da economia portuguesa são claros e constantes e certificam uma resposta afirmativa à pergunta. Não é apenas Vitor Gaspar. Passos Coelho, Paulo Portas e Cavaco Silva estão associados à tragédia. A Holanda, um dos braços direitos de Merkel e parceira do fanatismo ideológico do Governo português, está em queda profunda e já é considerada a maior ameaça ao euro.





10 comentários:

  1. É mais uma prova da relação custo-benefício negativa entre austeridade e produto interno bruto (PIB).

    Os iluminados do famoso estudo excel e que, por teimosia ou má fé, mantêm as conclusões do mesmo, que lhe juntem o caso de Portugal.

    Tantos sacrifícios para quê se o dinheiro dos impostos baixa com o aumento de austeridade devido à quebra do PIB?

    Mais valia estar quieto. Alguém devia pagar por isto.

    E bem caro!

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  2. A realidade é tramada e teimosa e não se "ajusta" às aritméticas do Gaspar e vem sempre estragar tudo. Chata, hein?!

    Sempre a querer mostrar quem é que manda, afinal!

    Vamos chegar ao final do ano com a recessão no dobro do previsto. Idem para o aumento do desemprego.

    Esta coisa de ignorar a Realidade (que tem cá um feitiozinho....), e não lhe dar a importância devida, só pode acabar mal...

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  3. Só pode acabar mal...

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  4. Na Grécia Antigs, mais concretamente em Atenas, no período oligárquicvo, anterior à democracia, as pessoas eram tomadas como escravas por dívidas.

    Agora é em democracia, povos inteiros, escravizados por quem lhes empresta dinheiro.

    Só perante os credores os governantes deste país se enchem de brios e dizem querer cumprir com as respetivas obrigações.

    Então, e nós? O que somos para esta gente que se comporta como escravos perante a Troika? Imperdoável.

    Bem dizem os reformados da APRE que vão assumir-se como credores do Estado para lutarem pelos seus direitos, visto ser esse o único estatuto pelo qual o governo parece ter consideração.

    Ah! Mas não... há uma outra condição indispensável: não se ser português!
    Estava a esquecer-me desse "pormaior".

    Tudo isto é revoltante demais.

    - Isabel X -

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  5. Um é difícil embora já tenha acontecido mas os quatro nomeados têm direito ao prémio.

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  6. Piora todos os dias. Paira no ar uma agressividade nunca vista.

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  7. Concordo Isabel X. É revoltante mesmo. Força aí.

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  8. Há muito para explicar "Responsáveis alemães demarcam-se da austeridade imposta aos países periféricos. Críticas são particularmente duras contra a Comissão Europeia e o seu presidente, Durão Barroso."

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