sexta-feira, 21 de junho de 2013

apenas lentes?

 


 


 


 



 


 


 


Os governantes não se cansam de repetir pelo mundo que o povo português é muito maduro, paciente e compreensivo e depois aparece um ministro, uma aquisição recente que por acaso tem Maduro no nome, a queixar-se da contestação dos portugueses. Às tantas queria que a onda ultraliberal-thatcheriana fosse em frente com a passividade dos seus compatriotas.


 


Pelo que percebi este ministro acusou os sindicatos de mentirem na mesa negocial por causa dos exames. Deve ter concluído que estava mal informado e esta mensagem é para dentro do Governo, mais especificamente para a malta da escola MRPP-mais-os-jotas, ou então tem que mudar urgentemente de lentes.


 


É que mais à frente diz assim:


 



  


E depois há o verdadeiro organigrama. É impensável como o ministro não contesta na rua ou com greves fracturantes o domínio desastroso das três figuras cimeiras.


 


 


 



 


 

8 comentários:

  1. Nada a desculpar PF.

    Claro que estás certa.

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  2. Tudo é contestado? Pudera! Com a vossa impreparação e trabalhadas atrás de trapalhadas só pode! Eu até sou positivo, trabalho há 23 anos por conta própria, e não defendo o dizer mal só por dizer, mas vocês já demonstraram a vossa total incompetência! Estas dos subsídios, foi a última. Será que é difícil perceber que pagos na altura certa, iriam dar uma ajuda às famílias, para além de por a enonomia a mexer um pouquinho mais, sobretudo empresas que beneficiam das poucas férias dos portugueses? Acho piada falarem de empreendedorismo tipos que toda a vida viveram nas jotas (salvo excepções) e mamaram no estado! Mostrem o que valem cambada de incompetentes! Adoro o meu país, o povo português, o património natural entre muitas outras coisas, mas cada vez mais odeio políticos deste calibre.

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  3. Sim sr. ministro!
    Eu diria mais, um dos problemas é os portugueses AGORA contestarem POUCO o desempenho dos seus governos.
    O que a História nos mostra é que sem contestação não vamos a lado nenhum.
    PORTUGAL começou com um filho a contestar a mãe, sem consenso.

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  4. Rui Rodrigues, Amadora21 de junho de 2013 às 17:11

    O Maduro queria democracia sem trabalho, sem opiniões contrárias.

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  5. O que eles querem é YES MAN!
    Que lhes digam sim senhor Doutor, sempre.
    Só que o POVO nem sempre gosta de ser sovado e por vezes REVOLTA-SE que chatice não é, vemos o que se está a passar no Brasil, um país de samba e alegria geral.

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