É inadmissível que o FMI venha com falinhas mansas assumir a maior transferência de recursos financeiros da História das classes média e baixa para a alta. A prestação de contas destes arautos da accountability dos outros resume-se a isto?
Foi na Grécia, em Portugal, na Irlanda, na Itália, na Espanha e muito provavelmente na maioria dos países do ocidente que a corrupção fez lei através dos offshores e dos paraísos fiscais. Há milhões de pessoas com a vida arrasada por causa dos erros desta gente sem rosto que se movimenta na nuvem e na internet. A esquerda está naturalmente à deriva e é exactamente pela falta de rosto dos predadores.
No sistema escolar português o actor da tragédia vai-se revelando a cada passo. Os injustos cortes a eito criaram uma situação dramática que terá nos próximos tempos desenvolvimentos decisivos.
Mais uma destes corruptos: "O deputado do PSD Luís Campos Ferreira, presidente da Comissão parlamentar de Economia, afirmou que os gestores públicos envolvidos nos swaps tóxicos “deviam ter vergonha na cara”."
ResponderEliminar"A culpa das coisas no país estarem como estão não é só da escumalha do governo, que está empenhadíssima em destruir o país. Vejamos um exemplo: este governo, imbuído da mais bandidesca mentalidade NEOLIBERAL, tudo faz para acabar com a ESCOLA PÚBLICA. E com muita rapidez, já que, como dizia Maquiavel, o mal deve ser feito rapidamente. Defendem eles, como qualquer pessoa minimamente atenta deveria saber, o Estado mínimo, com a correspondente máxima DESresponsabilização do Estado por tudo que seja Serviço Público, nomeadamente a Educação e Saúde. Estas são apetitosas áreas para o capital, que sabe ter aqui lucros GARANTIDOS pela inevitabilidade de todos termos de recorrer aos hospitais e de termos de colocar as novas gerações nas escolas.
ResponderEliminarO objectivo quanto à educação é, portanto, o de destruir a escola pública. E como se faz isso? Não é difícil imaginar: é só usar de falinhas mansas e repetir uns adjectivos hipocritamente ambíguos e vaporosos como o de “AUTONOMIA“, ir propondo às escolas uma cada vez maior autonomia de gestão orçamental e financeira (com a, cada vez maior responsabilização pela aquisição de verbas), dar a mais completa liberdade de contratação de docentes e de atribuição de funções aos que já trabalham. Quanto à passagem para um maior auto-financiamento das escolas importa ir com calma, para vencer possíveis resistências: é necessário, pensam os bandidos neoliberais menos tótós, dar inicialmente a entender que as verbas arrecadadas pelas escolas não implicariam uma diminuição das dotações do Estado e, um pouco mais tarde (para não assustar), quando a maioria das escolas já estiver enterrada na tal “autonomia”, ir diminuindo as dotações e responsabilidades do Estado quanto à educação e um belo dia… voilá… as escolas transformaram-se numa espécie de empresas, pouco ou nada tendo de público no que aos factos diz respeito, enredadas em mil tenebrosas teias de interesses privados e com o imenso autoritarismo e arbitrariedades que caracterizam o “merdavilhoso” mundo empresarial. Para se financiarem, as escolas com “Contratos de Autonomia” irão recorrer cada vez mais às propinas, aos escuros cambalachos com os interesses empresariais, as contratações serão feitas pela mais despudorada cunha (eufemísticamente apodada de “mérito”), etc.
Agora, passemos ao que diz respeito ao título do post. O QUE FAZEM OS DOCENTES E ESCOLAS quanto a este projecto de destruição de escola pública? Defendem a escola pública de modo decidido? NÃÃÃ…em grande medida, entusiasmam-se com as perspectivas de “autonomia” e dedicam-se não às questões essenciais (de defesa do Ensino Público e Gratuito) mas em debater picuinhices quanto a prazos e modos de implementação do que o governo quer, quanto ás vantagens iniciais e de pouca dura para a escola em questão ou para um determinado grupo de professores num determinado lugar, etc. As discussões giram, de modo geral em torno do MODO DE IMPLEMENTAÇÃO DA POLÍTICA CRIMINOSA. Quase metade das escolas públicas manifestou-se interessada nesta ratoeira da chamada “autonomia” das escolas. Que esperar de quem deveria estar na primeira linha de defesa da escola pública e, pelo contrário, discute a forma e o modo de ajudar a destruí-la? Que esperar dos que, perante a ameaça de serem enforcados, se dedicam a discutir quem deve comprar e preparar a corda e montar o patíbulo?"
A fita cassete ou compact cassette é um padrão de fita magnética para gravação de áudio lançado oficialmente em 1963, invenção da empresa holandesa Philips. A cassete era constituído basicamente por 2 carretéis, a fita magnética e todo o mecanismo de movimento da fita alojados em uma caixa plástica, isto facilitava o manuseio e a utilização permitindo que a fita fosse colocada ou retirada em qualquer ponto da reprodução ou gravação sem a necessidade de ser rebobinada como as fitas de rolo. Com um tamanho de 10 cm x 7 cm, a caixa plástica permitia uma enorme economia de espaço e um excelente manuseio em relação às fitas tradicionais.
ResponderEliminarO audiocassete ou fita cassete foi uma revolução difundindo tremendamente a possibilidade de se gravar e se reproduzir som. No início, a pequena largura da fita e a velocidade reduzida (para permitir uma duração de pelo menos 30 minutos por lado) comprometiam a qualidade do som, mas recursos tecnológicos foram sendo incorporados ao longo do tempo tornando a qualidade bastante razoável. Recursos como: novas camadas magnéticas (Low Noise, Cromo, Ferro Puro e Metal), cabeças de gravação e reprodução de melhor qualidade nos aparelhos e filtros (Dolby Noise Reduction) para redução de ruídos.
LOL!!!!!!
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