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Como se previa, o concurso interno e externo para 2013/14 apresenta números caricatos que são consequência dos cortes a eito registados no sistema escolar. E o que mais cansa é ouvir os especialistas em "reformas do Estado" "ignorarem" permamentemente esta tragédia e passarem a vida a enunciar que os cortes na Educação estão por fazer. Apesar de 1147 professores terem conseguido mudar de escola, apenas 3 professores conseguiram vincular e agora espera-se pelo processo DACL numa atmosfera em que os sindicatos acusam o MEC de não estar a cumprir as actas da mesa negocial. Estas trapalhadas só merecem uma interrogação: Como?!
Já se sabia que este não era um concurso de ingresso (por isso tivemos o concurso extraordinário de vinculação), mas sobretudo de mobilidade interna (definitiva e provisória).
ResponderEliminarNão percebo tanta perplexidade com os resultados desta 1ª fase! Não constituíram novidade e pelo menos ainda houve 1147 colegas a melhorarem a sua situação...
Oh Pedro realmente até o Pedro me espanta, de não se espantar com nada que este governo faça:
ResponderEliminarOra se não é para espantar que dos 75000 candidatos só 3 conseguissem efetivar e mil e tal mudar de escola, diga-me, não o espanta o gastar de dinheiro, de esforço e energia deste concurso que não serviu para nada. Não o espanta que o que foi acordado pelos sindicatos e MEC não seja o que está registado OAL.
Realmente você consegue-me espantar (digo) irritar.
Pedro: a perplexidade é um todo como escrevi no post 97064. Não brinquemos com o revisionismo dos números.
ResponderEliminarPedro,
ResponderEliminarA perplexidade de muitos, a minha pelo menos, resulta do conhecimento com propriedade, de casos como estes:
1 - Agrupamento com mais de 2200 alunos e nenhum professor do quadro do grupo de recrutamento 350 - Espanhol;
2 - Agrupamento com mais de 2200 alunos e apenas um professor do quadro do grupo 400 - História;
Ambas as vagas foram declaradas e solicitadas pela Direção, não tendo o MEC respeitado nenhum dos pedidos.
O Agrupamento continuará com nenhum professor do quadro de Espanhol e um professor do quadro de História.
É claro que os alunos não ficarão sem aulas destas disciplinas, como nunca ficaram no passado.
É claro que terá de haver recurso a professores contratados destas disciplinas para satisfazer as necessidades deste Agrupamento.
É claro que há má fé da parte do MEC neste e quiçá noutros casos, quando pretende suprir de forma precária e mais barata as necessidades permanentes do sistema.
E é claro que só não fica boquiaberto com esta e outras constatações resultantes da subversão de que se revestiu este concurso nacional quem tiver a boca demasiado adesivada para poder abri-la.
Apoiado
ResponderEliminarA perplexidade `de disciplinas curriculares que desaparecem, como por exemplo Ed. Tecnológica 3ºciclo e que arrastam muitos colegas para a mobilidade, depois de muitos anos no quadro, pois a oferta de escola desaparece quando outros se reformam.
É um estado de sítio, realmente. E depois não querem que os professores repitam que foram os "escolhidos".
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