Desde 2006, 2007, que a luta de classes se tornou óbvia nas democracias ocidentais. Joseph Stiglitz sublinhou-o e ainda noutro dia publiquei um post a propósito do seu último livro onde se pode ler uma referência à célebre entrevista ao super-rico dos EUA Warren Buffett. Foi este último quem disse, em 2006, que "existe uma guerra de classes, sem dúvida, mas é a minha classe - a classe dos ricos - que está a fazer a guerra, e estamos a ganhá-la."
O que mais me tem impressionado não é a retórica dos Mandarins; esses são 1% e Warren Buffett é uma excepção. O que mais custa ouvir e ler são os serviçais onde se incluem os nossos últimos governantes acolitados num batalhão de comentadores e de opinadores que só se "alimentam" em quem lhes estende a mão. É claro que há todo um exército de eleitores que legitima o auto-sofrimento; mas esses...
Churchil clarificou "A democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos". Um homem um voto e os homens são iguais quando votam. Custa a engolir, se custa...
ResponderEliminarNão sei se não chegaremos à expressão também de Churchil na 2 guerra "Vocês perguntam: 'Qual é a nossa meta?' Posso responder numa única palavra: 'Vitória!' Vitória a todo custo, vitória apesar de todo o terror, vitória por mais longo e difícil que o caminho possa ser, pois sem vitória não há sobrevivência."
ResponderEliminarSem dúvida. O que mais custa é que as alternativas à democracia são todas piores. Estamos numa fase que até a democracia representativa treme no confronto com a democracia direta...
ResponderEliminarWarren Buffett pôs o dedo na ferida. A Europa acordou tarde, se é que acordou...
ResponderEliminarSão assuntos que dão uma interessante discussão.
ResponderEliminarÉ, concordo.
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