segunda-feira, 11 de novembro de 2013

escolas geridas por privados dão polémica na suécia

 


 


 



 


 


Há algum tempo que se sabe que o modelo sueco fracassou, mas por cá demorou a que a comunicação social pegasse no tema. E mesmo assim é só alguma.


 


Em Portugal assiste-se a uma ofensiva que despreza a escola pública que é da família do que vai ler a seguir.


 


Quem deu um contributo decisivo para que o Hubble nos ilumine, também terá aberto as portas às tragédias várias com a energia nuclear durante algumas guerras. A validade dos instrumentos científicos depende da cabeça que os utiliza. Apesar das distâncias em relação à asserção referida, com os rankings das escolas não é diferente: nas mãos de descomplexados competitivos podem provocar danos "irreparáveis" ou a conservação de taxas de abandono e insucesso escolares que nos envergonham.


 


 

2 comentários:

  1. Aconselhável:

    Alfabetizar em democracia em Portugal e (n) a Europa

    O que é alfabetizar? O que é a democracia? Estas são as duas primeiras perguntas da obra "Alfabetizar em Democracia", escrita por José Morais, "militante antifascista na sua juventude", que se exilou em Bruxelas e que é hoje um dos maiores especialistas na aprendizagem da leitura. Doutorado em Ciências Psicológicas pela Universidade de Livre de Bruxelas, José Morais, que desenvolve investigação no campo da Psicologia Cognitiva, intitula "Criar letrados, criar democratas", como a última e terceira parte do seu livro. A obra tem lançamento agendado para o próximo dia 24 de Outubro. Também com o carimbo da Fundação Francisco Manuel dos Santos ( FFMS ), Marina Costa Lobo coordena a obra sobre "Portugal e a Europa: novas cidadanias".


    "Alfabetizar em Democracia", de José Morais | FFMS | 221 páginas | 10 euros

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