Compreendíamos os que acima de tudo desejavam a derrota eleitoral das políticas educativas de Lurdes Rodrigues, e dos governos de Sócrates, e que afirmavam que cá estariam para avaliar com a mesma seriedade o que se seguisse. Não compreendemos se não usarem os mesmos argumentos para a derrota eleitoral das políticas de Nuno Crato, e desta maioria, independentemente do que se seguir.
Nem mais! Também espero, sentado, de pé, deitado...
ResponderEliminarEu também...
ResponderEliminarHá gente que disfarça muito. Quem não se lembra do Ramiro Marques e outros que tais?
ResponderEliminar"Não compreendemos se não usarem os mesmos argumentos para a derrota eleitoral das políticas de Nuno Crato, e desta maioria"
ResponderEliminarNada é de espantar. Já li, na blogosfera docente, que "Sócrates mentia sem inocência. Passos Coelho mente inocentemente"
Eu acrescentaria, nesta onda, "coitadinho" de Passos Coelho!
Também registo o tratamento diferenciado - "Sócrates" e o "governo da maioria".
Isto já diz muito.
Não percebi. Já diz muito como? Os governos foram de Sócrates e um era minoritário, o atual é de Passos e Portas. Há gente rebuscada caramba!!
ResponderEliminarOlá, Paulo.
ResponderEliminarNenhuma crítica para si e o seu texto.
Lê-se e ouve-se muito na comunicação social "Sócrates" e "a maioria actual". A linguagem diz muito e vai-se atrás da linguagem do poder.
Pode ser algo rebuscado da minha parte, mas em relação à linguagem sou um pouco picuinhas, confesso.
Outras linguagens do poder:
- recalibrar
- recursos humanos
- irrevogável
- inconseguimento
- reforma do estado
- mérito e excelência
- convergência entre público e privado
- acima das possibilidades
- consenso
- espiral recessiva
- milagre
- etc, que há muitas mais.
A palavra é uma arma.
Vamos observando, claro.
ResponderEliminarTalvez o Fernando não perceba os comentários da Fernanda. Mas percebo o que escreveu o Fernando. Quem vai lendo por aqui abaixo fica com essa sensação. Não estive ontem na rede, deixei os posts temporizados, e só agora os li e percebo as discordâncias.
ResponderEliminarSim Fernanda. As palavras pesam. Essas são determinantes.
Bom domingo, Paulo!
ResponderEliminarNem eu própria, às vezes, compreendo os meus comentários, o que não é assim tão mau como possa parecer.
A situação é tão armadilhada que o que me vale é questionar. Um pouco como a dúvida metódica.
A linguagem está ao serviço do poder como nunca esteve no estado novo.
Bom Domingo também.
ResponderEliminarSubscrevo o comentário.
Esta Fernanda é um bocado esquisita... Ah, vou percebendo, tipo dúvida metódica...
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