sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

entendamo-nos

 


 


 


 


Compreendíamos os que acima de tudo desejavam a derrota eleitoral das políticas educativas de Lurdes Rodrigues, e dos governos de Sócrates, e que afirmavam que cá estariam para avaliar com a mesma seriedade o que se seguisse. Não compreendemos se não usarem os mesmos argumentos para a derrota eleitoral das políticas de Nuno Crato, e desta maioria, independentemente do que se seguir.


 


 

11 comentários:

  1. Nem mais! Também espero, sentado, de pé, deitado...

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  2. Há gente que disfarça muito. Quem não se lembra do Ramiro Marques e outros que tais?

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  3. "Não compreendemos se não usarem os mesmos argumentos para a derrota eleitoral das políticas de Nuno Crato, e desta maioria"

    Nada é de espantar. Já li, na blogosfera docente, que "Sócrates mentia sem inocência. Passos Coelho mente inocentemente"

    Eu acrescentaria, nesta onda, "coitadinho" de Passos Coelho!

    Também registo o tratamento diferenciado - "Sócrates" e o "governo da maioria".

    Isto já diz muito.


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  4. Não percebi. Já diz muito como? Os governos foram de Sócrates e um era minoritário, o atual é de Passos e Portas. Há gente rebuscada caramba!!

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  5. Olá, Paulo.

    Nenhuma crítica para si e o seu texto.

    Lê-se e ouve-se muito na comunicação social "Sócrates" e "a maioria actual". A linguagem diz muito e vai-se atrás da linguagem do poder.

    Pode ser algo rebuscado da minha parte, mas em relação à linguagem sou um pouco picuinhas, confesso.

    Outras linguagens do poder:
    - recalibrar
    - recursos humanos
    - irrevogável
    - inconseguimento
    - reforma do estado
    - mérito e excelência
    - convergência entre público e privado
    - acima das possibilidades
    - consenso
    - espiral recessiva
    - milagre
    - etc, que há muitas mais.

    A palavra é uma arma.

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  6. Talvez o Fernando não perceba os comentários da Fernanda. Mas percebo o que escreveu o Fernando. Quem vai lendo por aqui abaixo fica com essa sensação. Não estive ontem na rede, deixei os posts temporizados, e só agora os li e percebo as discordâncias.

    Sim Fernanda. As palavras pesam. Essas são determinantes.

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  7. Bom domingo, Paulo!

    Nem eu própria, às vezes, compreendo os meus comentários, o que não é assim tão mau como possa parecer.

    A situação é tão armadilhada que o que me vale é questionar. Um pouco como a dúvida metódica.

    A linguagem está ao serviço do poder como nunca esteve no estado novo.

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  8. Bom Domingo também.

    Subscrevo o comentário.

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  9. Esta Fernanda é um bocado esquisita... Ah, vou percebendo, tipo dúvida metódica...

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